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Qualidade de defensivos e adjuvantes é chave para eficiência e sustentabilidade no campo

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Defensivos agrícolas influenciam diretamente a produtividade e o manejo

O sucesso no manejo de pastagens depende de diversos fatores técnicos, sendo a qualidade dos defensivos agrícolas e adjuvantes um dos principais. A escolha adequada desses produtos impacta diretamente o controle de pragas, doenças e plantas daninhas, além de influenciar os custos operacionais e a sustentabilidade da atividade pecuária.

Segundo Guilherme Caldeira, diretor de Categorias da Axia Agro, defensivos de qualidade apresentam formulações mais estáveis e ingredientes ativos eficazes, garantindo o controle eficiente das infestações.

“Produtos fora das especificações ou de baixa qualidade podem causar falhas no controle, aumento da infestação e necessidade de reaplicações, elevando custos e provocando riscos ambientais e perdas econômicas significativas”, alerta Caldeira.

Adjuvantes otimizam o desempenho dos defensivos

Os adjuvantes têm papel fundamental no sucesso das aplicações. Eles melhoram a aderência, cobertura e absorção dos defensivos nas folhas, reduzindo perdas por deriva ou evaporação e aumentando a efetividade do tratamento.

“O uso do adjuvante correto potencializa o desempenho do defensivo e contribui para um manejo mais preciso, econômico e sustentável”, destaca Caldeira.

Como escolher defensivos e adjuvantes com segurança

Ao selecionar produtos para o campo, o pecuarista deve observar fatores técnicos e de segurança que garantam eficiência. É essencial optar por defensivos registrados e certificados pelos órgãos competentes, com rótulos claros e especificações fáceis de interpretar.

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A reputação do fabricante, a disponibilidade de suporte técnico e a adequação do produto ao tipo de praga ou planta invasora também são determinantes para reduzir riscos de falhas, desperdícios e aumentar a rentabilidade.

Sustentabilidade começa na escolha do insumo

Caldeira ressalta que a escolha de defensivos confiáveis também protege o meio ambiente.

“Produtos de qualidade possuem embalagens apropriadas para descarte seguro. Um defensivo confiável garante não apenas resultados melhores no campo, mas também a preservação dos recursos naturais da propriedade.”

Suporte técnico eleva eficiência e rentabilidade

Investir em produtos de alta performance, aliado a suporte técnico especializado, é um caminho seguro para aumentar a rentabilidade e proteger o patrimônio produtivo.

“Com orientação técnica, o produtor aprende a escolher o produto ideal, calibrar equipamentos e aplicar defensivos de forma eficiente, evitando desperdícios e maximizando os resultados”, explica Caldeira.

Axia Agro oferece soluções completas para manejo sustentável

A Axia Agro, por meio das marcas Agroline e Nossa Lavoura, disponibiliza defensivos de alta performance, adjuvantes modernos e tecnologias de aplicação seguras, garantindo uniformidade, eficácia e sustentabilidade em cada etapa do manejo.

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“Investir em produtos de qualidade e suporte técnico é essencial para proteger as pastagens, otimizar custos e garantir a sustentabilidade do sistema produtivo”, conclui Caldeira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Pesquisa e sustentabilidade ganham espaço na agenda da pesca na Amazônia

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O ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, cumpriu nesta quinta-feira (24), em Manaus (AM), uma série de compromissos voltados ao fortalecimento da pesquisa, da inovação e do desenvolvimento sustentável da pesca e da aquicultura na Amazônia. A agenda incluiu reunião com a Reitoria da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), encontro com professores de Engenharia de Pesca e participação na abertura do II Congresso de Engenharia, Agronomia e Tecnologia do Amazonas (II CENATEC).

Durante a visita à UFAM, o ministro se reuniu com a reitora Tanara Lauschner para tratar de ações da universidade relacionadas aos impactos do El Niño na região. Segundo Edipo “o Governo Federal vem atuando em todas as frentes para salvaguardar a população ribeirinha e o povo da Amazônia”.

A agenda também teve diálogo com professores do curso de Engenharia de Pesca, com destaque para a análise dos resultados de dois Termos de Execução Descentralizada (TEDs) firmados entre o MPA e a instituição. Os projetos contemplam o Manejo Pesqueiro de Espécies Amazônicas Migratórias, e a Pesca Ordenada e Sustentável da Piracatinga. As iniciativas reforçam a cooperação entre governo e universidade na produção de conhecimento e no desenvolvimento de estratégias para o manejo sustentável dos recursos pesqueiros amazônicos.

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A programação do ministro também incluiu a cerimônia de abertura do II CENATEC, que reúne estudantes, profissionais, pesquisadores, professores, empresas e representantes de instituições públicas e privadas das áreas de Engenharia, Agronomia e Tecnologia. No congresso, que também aborda temas relacionados à inovação, ao desenvolvimento tecnológico e à sustentabilidade na Amazônia, o ministro destacou as políticas públicas do Governo Federal no Amazonas e a representatividade feminina no setor e na liderança do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Amazonas (CREA- AM).

“O Governo Federal dedica uma atenção muito especial ao Amazonas. Ao acompanharmos os debates sobre as BRs 319 e 174, além dos investimentos e realizações do Novo PAC na região — como as entregas das pontes sobre os rios Cruzá e Autaz-Mirim —, fica evidente que essas políticas dialogam com a verdadeira essência da engenharia. Nosso papel é sair da zona de conforto e construir um país melhor para a população.” afirmou Edipo.

Pesca e aquicultura no Amazonas

A agenda ocorre em um estado de grande relevância para a atividade pesqueira brasileira. O Amazonas possui 151.426 pescadores registrados, dos quais 44% são mulheres, além de 749 aquicultores registrados. O estado também contabiliza 82 indústrias de pescado registradas e produção anual de mais de 12 mil toneladas de pescado, segundo dados de 2024.

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O estado também registrou a emissão de 551 licenças para pescadores esportivos, segmento que integra as diferentes atividades relacionadas ao uso sustentável dos recursos pesqueiros e ao desenvolvimento econômico da região.

Próximos compromissos

A agenda do ministro em Manaus continua nesta sexta-feira (25), com visita a uma fazenda de piscicultura e atividades relacionadas ao contrato de águas da União. Na sequência, Edipo Araujo terá visita institucional no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), ampliando o diálogo com instituições de pesquisa que atuam no desenvolvimento científico e tecnológico da região.

Élen Gorski
Ministério da Pesca e Aquicultura
[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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