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Raça Holandesa terá programação especial na Expointer com juiz internacional e destaque para qualidade do leite

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A 48ª Expointer, realizada no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS), terá uma programação diferenciada para a Raça Holandesa, organizada pela Associação dos Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul (Gadolando). O evento contará com o julgamento morfológico conduzido pelo juiz canadense Adam Hunt, especialista na raça, e uma novidade no concurso leiteiro: a premiação para a melhor produção de sólidos.

Programação oficial e novas atrações

O concurso leiteiro será encerrado na terça-feira, 2 de setembro, com o anúncio dos vencedores e o tradicional banho de leite na pista.

  • Na quarta-feira, 3 de setembro, começam os julgamentos morfológicos com as fêmeas jovens não paridas. Na quinta-feira, 4 de setembro, será a vez das vacas paridas, com a escolha da grande campeã.
  • Na sexta-feira, 5 de setembro, será divulgado o resultado do Circuito Exceleite, que terá como destaque a entrega de um automóvel ao grande vencedor da temporada.
Excelência e ética na competição

O presidente da Gadolando, Marcos Tang, destaca a alta qualidade dos animais e o profissionalismo dos produtores participantes.

“A competição será bonita, valorizando a produção e a qualidade dos animais. Pequenos detalhes, como nutrição ou postura, podem definir a classificação. Participar de um evento da magnitude da Expointer exige investimento, e os produtores trazem sempre o melhor que têm”, afirmou Tang.

Foco na qualidade do leite e na morfologia

Neste ano, além do volume produzido, o concurso leiteiro dará atenção especial à qualidade, com a inclusão da premiação para a melhor produção de sólidos.

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Tang explica que o julgamento de pista busca animais morfologicamente corretos, com pernas e úberes adequados e conformação corporal que favoreça maior longevidade, mais lactações e alta produção ao longo da vida.

“Estamos reforçando que a qualidade do leite é tão importante quanto a quantidade. As premiações estarão diretamente ligadas aos aspectos técnicos da produção leiteira”, ressaltou.

Expointer como vitrine técnica e espaço de integração

Para o dirigente, a Expointer cumpre dupla função: ser uma vitrine de excelência em produção e conformação da Raça Holandesa e promover a integração entre os produtores.

“É um momento de convivência, celebração e troca de experiências entre os criadores”, concluiu.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Desmama mal conduzida pode comprometer ganho de peso e rentabilidade na pecuária de corte

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A fase de desmama continua sendo um dos momentos mais sensíveis dentro da pecuária de corte, exigindo atenção redobrada dos produtores para evitar perdas de desempenho, queda de peso e impactos negativos ao longo de todo o ciclo produtivo.

O estresse provocado pela separação da vaca, aliado às mudanças bruscas de ambiente e alimentação, pode comprometer a imunidade dos bezerros e reduzir significativamente a eficiência na recria e na engorda.

Especialistas do setor alertam que a adoção de manejo estratégico e suplementação adequada é fundamental para minimizar os efeitos negativos desse período e preservar o potencial produtivo dos animais.

O estresse da desmama impacta desempenho do rebanho

O desmame normalmente ocorre entre os 6 e 8 meses de idade, fase em que o bezerro perde o contato direto com a mãe e precisa se adaptar rapidamente a uma nova rotina alimentar e de manejo.

Segundo Bruno Marson, esse processo pode gerar forte impacto no desempenho dos animais.

“Antes o bezerro estava junto da mãe, em ambiente confortável e adaptado. Quando ocorre a separação abrupta, é comum haver queda expressiva de peso nos primeiros 30 a 40 dias pós-desmame. Um manejo inadequado nessa fase pode comprometer toda a eficiência futura do animal na recria e terminação”, explica.

Separação abrupta e manejo inadequado elevam riscos

Entre os principais fatores que aumentam o estresse durante a desmama estão:

  • Separação repentina da vaca
  • Mudança brusca na alimentação
  • Transporte para novas propriedades
  • Troca de pastagem
  • Vacinação e vermifugação simultâneas
  • Excesso de manejo no mesmo período
  • Alta lotação e aglomeração
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De acordo com especialistas, o desmame abrupto provoca forte reação comportamental, incluindo vocalização excessiva, ansiedade e redução do consumo alimentar.

Além disso, a interrupção do fornecimento de leite materno exige rápida adaptação metabólica e nutricional dos bezerros.

Perda de peso reduz eficiência econômica da produção

A queda de desempenho registrada após a desmama impacta diretamente a rentabilidade da atividade pecuária.

Animais que sofrem perdas acentuadas de peso nessa fase tendem a apresentar menor eficiência alimentar, pior conversão e maior tempo para atingir o peso ideal de abate.

Em muitos casos, o prejuízo acompanha o animal durante toda a fase de recria e engorda.

Por isso, o manejo correto passou a ser visto como ferramenta estratégica para preservar desempenho zootécnico e melhorar os resultados econômicos das propriedades.

Suplementação nutricional ganha espaço no pós-desmama

Além do manejo gradual, a suplementação adequada tem sido utilizada para reduzir os efeitos do estresse e melhorar a adaptação dos animais após a separação.

A Connan anunciou a reformulação do suplemento Connan Master Desmama, desenvolvido especificamente para o período pós-desmame.

O produto recebeu um novo aditivo à base de parede celular de leveduras, tecnologia voltada ao fortalecimento da imunidade e ao equilíbrio da flora intestinal dos bezerros.

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Segundo Bruno Marson, a recomendação é que a suplementação seja utilizada por um período entre 30 e 50 dias após a desmama.

Bem-estar animal e produtividade caminham juntos

De acordo com a empresa, o objetivo é reduzir os impactos fisiológicos da separação e melhorar o desempenho dos animais durante a adaptação ao novo sistema alimentar.

“O suplemento atende às exigências nutricionais dessa fase, melhora a palatabilidade e fortalece a saúde do animal. Quando utilizado corretamente, o ganho adicional pode chegar a até 10 quilos por cabeça no período”, afirma Marson.

O avanço de estratégias nutricionais e de manejo reforça uma tendência crescente na pecuária brasileira: integrar bem-estar animal, sanidade e eficiência produtiva como pilares centrais para aumentar competitividade e rentabilidade no campo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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