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Renan Filho participa, nesta segunda (1º), do Fórum Nordeste 2025, que debate desenvolvimento sustentável e desafios climáticos

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O ministro dos Transportes, Renan Filho, participa nesta segunda-feira (1º) do Fórum Nordeste 2025, que tem como foco o debate sobre o futuro econômico e ambiental do país.

Em um ano marcado pela realização da COP30 no Brasil, o fórum discutirá os impactos das mudanças climáticas sobre a infraestrutura, as oportunidades para o setor produtivo diante da descarbonização, o papel dos governos locais na adaptação climática e os caminhos para uma transição energética justa e viável.

Nesse cenário, as estratégias para o alinhamento do setor de transportes às metas climáticas brasileiras ganham destaque, com foco na descarbonização, na eficiência energética, na promoção de modais sustentáveis, na infraestrutura resiliente e na integração com a Taxonomia Sustentável Brasileira (TSB).

A programação inclui seis painéis temáticos que abordarão, entre outros temas, combustíveis do futuro, os rumos do setor sucroenergético no Brasil e a produção de etanol.

Cobertura de imprensa
Profissionais de imprensa interessados em cobrir o evento não precisam de credenciamento prévio, mas devem confirmar presença pelo link. Haverá transmissão do debate pelo canal da Folha de Pernambuco no YouTube.

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Serviço
Fórum Nordeste 2025
Data: Segunda-feira, 1º de setembro
Horário: 8h
Local: Mirante do Paço – Rua Travessa do Amorim, 75 – 4º andar – Bairro do Recife – PE (Rooftop do estacionamento adjacente ao Shopping Paço Alfândega)

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

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Nacional

MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

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O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

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Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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