Tribunal de Justiça de MT

Representantes da Corregedoria participam de encontro nacional sobre Sistema de Adoção

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Representantes da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso participaram, nesta quinta-feira (12), do I Encontro de Administradores/as Estaduais do Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento (SNA), realizado na sede do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL), em Maceió. O evento reúne integrantes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e de tribunais de todo o país para discutir melhorias na ferramenta que reúne e monitora os processos de adoção de crianças e adolescentes no Brasil.
Pela Corregedoria mato-grossense participaram a juíza auxiliar Anna Paula Gomes de Freitas e a secretária-geral da Comissão Estadual Judiciária de Adoção (CEJA), Elaine Zorgetti Pereira.
A abertura do encontro contou com a presença do presidente do TJAL, desembargador Fábio Bittencourt, que destacou a importância do aprimoramento do sistema para garantir mais eficiência e segurança aos processos de adoção.
Segundo o magistrado, o alinhamento nacional da governança do SNA, o fortalecimento da segurança da informação e a padronização de procedimentos são fundamentais para tornar o processo de adoção mais ágil e humanizado. Ele também ressaltou o compromisso do Judiciário alagoano com a política de adoção do CNJ.
De acordo com o conselheiro do CNJ Fábio Esteves, o SNA é uma ferramenta essencial para a gestão da política de adoção no país. “Reunimos dados que possibilitam um conhecimento aprofundado sobre a situação das crianças em acolhimento, permitindo uma política séria e efetiva”, afirmou.
O juiz Anderson Passos, responsável pela Coordenadoria da Infância e Juventude do TJAL, destacou que o sistema também amplia as possibilidades de adoção ao permitir a busca por pretendentes primeiro na comarca, depois no estado e, se necessário, em todo o território nacional.
O encontro segue até sexta-feira (13) e inclui palestras, oficinas práticas e debates sobre a Política Judiciária da Infância e Juventude, governança do sistema, segurança da informação e apresentação de boas práticas relacionadas ao uso da ferramenta.
A programação prevê ainda oficinas técnicas sobre a operacionalização do sistema, com orientações sobre cadastramento, tratamento de inconsistências e monitoramento das informações, além de debates sobre a integração do SNA com os fluxos processuais da área da infância e juventude.

Autor: Assessoria de Comunicação

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Departamento: CGJ-MT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Tribunal de Justiça de MT

Entenda a sua audiência: Saiba como funciona um Tribunal do Júri

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Está no ar mais uma edição da série “Entenda a sua audiência”, iniciativa do Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio do Laboratório de Inovação – InovaJusMT e da Coordenadoria de Comunicação, que busca aproximar a Justiça da sociedade com a disponibilização de vídeos que explicam o funcionamento dos diversos tipos de audiência judicial. Neste episódio, o tema é “Tribunal do Júri”, que já pode ser conferido no canal do TJMT no Youtube.
A iniciativa utiliza linguagem simples e inteligência artificial para produzir vídeos e cartilhas informativas de fácil compreensão, com o objetivo de disseminar conhecimento sobre os direitos dos cidadãos relativos ao acesso à Justiça, facilitando a experiência da pessoa que vivencia a situação de participar de uma audiência.
Vale destacar que a série Entenda a sua Audiência é uma das duas produções do TJMT finalistas no Prêmio Nacional de Comunicação e Justiça 2026, promovido pelo Fórum Nacional de Comunicação e Justiça (FNCJ), na categoria “Iniciativa de IA”. A premiação reconhece iniciativas de todo o país que fortalecem a comunicação pública, valorizam a transparência institucional e aproximam o Sistema de Justiça da sociedade.
Episódio “Tribunal do Júri”
Neste vídeo, você fica sabendo cada detalhe do funcionamento do Tribunal do Júri, um tipo de julgamento em que a decisão fica nas mãos da sociedade, representada pelos jurados, que são cidadãos comuns, de reputação ilibada.
Previsto na Constituição Federal de 1988, o Tribunal do Júri julga crimes dolosos contra a vida, ou seja, quando a pessoa tem a intenção de matar ou assume o risco de causar a morte, como são os casos de homicídio doloso, feminicídio, vicaricídio, induzimento, instigação ou auxílio ao suicídio, infanticídio, aborto criminoso. A tentativa desses tipos de crimes também pode ser julgada pelo Tribunal do Júri, bem como os crimes conexos.
O vídeo também explica quem são as pessoas que participam do Tribunal do Júri, como o juiz ou juíza, que conduz a sessão de julgamento e fixa a pena, se houver condenação; o (a) promotor (a) de justiça, que representa o Ministério Público e apresenta a acusação; a assistente de acusação, que pode representar a família da vítima, quando houver; o advogado, que faz a defesa do réu ou da ré; o réu ou a ré, que é a pessoa acusada de cometer o crime; as testemunhas, que contam ao júri o que viram, ouviram ou sabem sobre o caso. Por fim, os (as) sete jurados são cidadãos comuns convocados para participar do julgamento.
Até mesmo o roteiro de uma sessão do Tribunal do Júri é explicado no vídeo, desde a convocação de 25 jurados (as), dos quais sete são sorteados para atuarem no julgamento até o proferimento da sentença.
Os direitos e deveres dos jurados também são abordados, como a obrigatoriedade de comparecimento e a garantia da folga no trabalho nos dias de participação na sessão do Tribunal do Júri. O voto dos jurados é secreto e sua imagem deve ser preservada, ou seja, nomes e imagens não podem ser divulgados ao público.

Autor: Celly Silva

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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