O Restaurante Prato Popular, vinculado à Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania de Mato Grosso (Setasc), surpreendeu as mulheres com cardápio especial no local e entrega de kits com produtos de cuidados pessoais, na manhã desta segunda-feira segunda-feira (10.3), em comemoração, ao Mês Internacional da Mulher. A iniciativa faz parte do cronograma de ações sugeridos pela primeira-dama de MT, Virginia Mendes, voluntária nas ações de Governo por meio da Unidade de Ações Sociais e Atenção à Família (Unaf).
“Nosso dia é todos os dias, mas de forma especial pensamos com muito carinho nessa ação para que cada mulher se sinta valorizada e acolhida. Sabemos das lutas e desafios que enfrentamos diariamente, e momentos como esse é uma forma de reconhecer a força, a dedicação e o papel fundamental que cada mulher tem na sociedade. Que este gesto simbolize o respeito e a gratidão que temos por vocês. Juntas, somos mais fortes!”, afirmou a primeira-dama Virginia Mendes.
A secretária da Setasc, Cel. Grasi Paes, destacou que a celebração foi cuidadosamente idealizada pela primeira-dama, Virginia Mendes, com muito carinho para todas as frequentadoras do espaço.
“Essa ação especial foi pensada com dedicação pela nossa primeira-dama, Virginia Mendes, para homenagear e valorizar todas as mulheres que frequentam o Restaurante Prato Popular. Também aproveito para agradecer à equipe que, com empenho, atende diariamente a população em situação de vulnerabilidade, garantindo a distribuição de marmitas na Capital. Que todos os dias sejam um momento de reconhecimento e respeito. Parabéns a todas!”, declarou Cel. Grasi.
Marciana Domingos, moradora do bairro Osmar Cabral, frequenta o Restaurante Prato Popular há cerca de três anos e elogia a qualidade do atendimento e a importância do espaço para a comunidade.
Foto: Junior Silgueiro | Setasc-MT
“Eu gosto muito de vir aqui, o atendimento é excelente e todos são muito atenciosos. Não venho todos os dias, mas sempre que posso, passo por aqui. Além de fazer minha refeição, aproveito para resolver outras coisas no centro e ir à igreja. A comida é boa, o ambiente é acolhedor e essa ação especial pelo Dia Internacional da Mulher foi muito bonita. Aqui, a gente se sente bem recebido”, afirmou.
Sidilene Ribeiro, coordenadora do Restaurante Prato Popular, ressaltou a importância da ação especial realizada, em celebração ao Dia Internacional da Mulher, comemorado na última sexta-feira.
“Atendendo a um pedido da primeira-dama, Virginia Mendes, e com o apoio da secretária Grasi, organizamos um almoço especial para homenagear as mulheres que frequentam o restaurante. Além de um cardápio preparado especialmente para a ocasião, cada uma recebeu um presente especial, como uma forma de carinho e reconhecimento pelo seu valor”, finalizou.
Atendimento
A unidade fica localizado na Rua Baltazar Navarros, Nº 567, bairro Bandeirantes, em Cuiabá. O atendimento funciona de segunda a sexta-feira, das 11h às 13h, (exceto feriados). A refeição custa apenas R$ 1. Excepcionalmente, nesta sexta-feira (29.03), o restaurante não abrirá ao público.
Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora
A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.
A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.
Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.
Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.
Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.
O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.
Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.
Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.
Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.
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