Ministério Público MT

Réu é condenado a 20 anos por matar esposa e ocultar cadáver

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Em Colniza, município distante 1.042 km de Cuiabá, Abinadab Costa Morais foi condenado nesta semana a 20 anos e dois meses por homicídio duplamente qualificado e ocultação de cadáver. Além da qualificadora do feminicídio, os jurados entenderam que o crime foi cometido com emprego de meio cruel. Houve ainda a agravante do crime ter sido praticado na presença da filha do casal de apenas dois anos de idade.

De acordo com o promotor de Justiça substituto Bruno Barros Pereira, réu e vítima viviam em união estável. O crime aconteceu no dia 23 de abril de 2022, por volta das 23h, na residência do casal. A vítima, Ângela Rocha Pereira, foi atingida por 14 golpes de faca após uma discussão.

Consta na denúncia, que após o crime o réu colocou o corpo da vítima no interior do carro, levou até o lixão da cidade e ateou fogo a fim de ocultar as provas. A cena do crime também foi alterada, porém, foram localizadas manchas de sangue no teto do quarto do casal.

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O réu está preso e não poderá recorrer da sentença em liberdade.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Ministério Público MT

Réu que tentou matar ex diante das filhas é condenado a 23 anos

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O Tribunal do Júri de Várzea Grande condenou, na última quinta-feira (7), Alessandro Ivo de Moraes a 23 anos e 4 meses de reclusão por tentativa de feminicídio contra sua ex-companheira.
O crime ocorreu em 25 de maio de 2025, na residência da vítima, na presença das cinco filhas do casal, todas menores de idade. Segundo as investigações, inconformado com o término do relacionamento, o réu invadiu o imóvel, utilizou uma faca e atacou a vítima. A filha mais velha, então com 17 anos, tentou proteger a mãe e também foi ferida.

O Conselho de Sentença acolheu integralmente a tese apresentada pelo Ministério Público. O réu permanecerá preso, e o juiz presidente, Pierro Mendes, determinou o início imediato do cumprimento da pena.
O promotor de Justiça que atuou no Tribunal do Júri, César Danilo Novais, ressaltou que a decisão reafirma o compromisso institucional no enfrentamento à violência contra a mulher e na proteção à vida. Segundo ele, o julgamento também representa um marco para a comarca, sendo a primeira condenação com base na Lei nº 14.994/2024, que tipificou o feminicídio como crime autônomo no Código Penal.
“A sociedade não aceita o inaceitável. A vida é inviolável. Todas as vidas importam. As vidas das mulheres também. Chega de violência sanguinária.”
Segundo o promotor, o julgamento representa um marco para a comarca, sendo a primeira condenação com base na Lei nº 14.994/2024, que tipificou o feminicídio como crime autônomo no Código Penal

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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