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RFI Arabians realiza “Dia de Campo” para novos criadores de Cavalo Árabe em Itapetininga

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O haras RFI Arabians, referência na criação de Cavalos Árabes, promove no dia 11 de outubro, em sua sede em Itapetininga (SP), um “Dia de Campo” destinado a novos criadores e usuários interessados em conhecer mais sobre a raça e sua genética. A programação inclui palestras exclusivas, apresentações de animais e momentos de interação e troca de experiências.

Objetivo do evento: aproximar iniciantes do universo do Cavalo Árabe

Segundo Rodrigo Foz Forte, proprietário do haras e criador da raça, o encontro tem como principal meta fortalecer o conhecimento de quem está iniciando na criação de Cavalos Árabes.

“Queremos criar um ambiente acolhedor, onde os iniciantes se sintam à vontade para aprender, tirar dúvidas e se aproximar do universo do Cavalo Árabe. É uma oportunidade de compreender melhor a genética, o manejo e o dia a dia de um criatório profissional”, afirma Rodrigo.

Palestrantes compartilham experiência e práticas de manejo

Entre os especialistas que conduzirão o evento estão:

  • Leopoldo Coutinho, consultor do RFI Arabians há quase 30 anos, que compartilhará sua trajetória e a contribuição para a consolidação do criatório no cenário nacional e internacional;
  • Dr. Igor de Melo Prado, veterinário clínico geral;
  • Dr. Leonardo Lanza, veterinário especialista em reprodução.
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Rodrigo explica que o programa inclui a abordagem teórica e prática: “Eu e Leopoldo vamos falar sobre nossa experiência na criação e o programa de seleção do RFI. Depois, com o apoio dos veterinários, abordaremos aspectos práticos do manejo, garantindo uma visão completa para os participantes.”

Aprendizado e networking para novos criadores

O evento também permite aos iniciantes conhecer de perto os animais, interagir com profissionais experientes e entender os critérios de seleção e manejo que tornam a criação de Cavalos Árabes bem-sucedida, consolidando o RFI Arabians como referência no setor.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Vendas de máquinas agrícolas e industriais caem em 2026 e acendem alerta no setor, aponta Abimaq

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A indústria brasileira de máquinas e equipamentos iniciou 2026 sob pressão. Dados divulgados pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) mostram retração nas vendas em março e no acumulado do primeiro trimestre, refletindo um ambiente de demanda mais fraca e maior concorrência com produtos importados.

O faturamento do setor somou R$ 23,8 bilhões em março, queda de 3,4% na comparação com o mesmo período de 2025. No acumulado do trimestre, a receita líquida alcançou R$ 61,7 bilhões, recuo expressivo de 11% frente aos três primeiros meses do ano anterior.

Mercado interno recua e importações avançam

O desempenho negativo foi puxado principalmente pela queda nas vendas no mercado doméstico. A receita líquida interna recuou 0,9% em março e acumulou queda de 12,6% no trimestre, evidenciando a perda de ritmo da demanda nacional.

Em contrapartida, as importações de máquinas e equipamentos cresceram de forma significativa, avançando 21,4% em março e 4,2% no acumulado do trimestre. O aumento reforça a competitividade dos produtos estrangeiros no mercado brasileiro e pressiona ainda mais a indústria local.

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Exportações mostram resiliência, mas com sinais de desaceleração

No mercado externo, o desempenho foi mais estável. As exportações somaram US$ 1,03 bilhão em março, praticamente estáveis na comparação anual. No acumulado do trimestre, houve crescimento de 7,5%, atingindo US$ 2,9 bilhões.

Os Estados Unidos seguem como principal destino das exportações brasileiras do setor. As vendas para o país totalizaram US$ 709 milhões no trimestre, acima dos US$ 631 milhões registrados no mesmo período de 2025.

No entanto, na comparação com o quarto trimestre do ano passado, houve retração de 10,5% nas exportações para o mercado norte-americano. O recuo foi puxado por quedas em segmentos relevantes, como máquinas agrícolas (-32%), componentes (-16%) e equipamentos para logística e construção civil (-13,5%).

Com isso, a participação dos Estados Unidos nas exportações do setor ficou em 24,3% no primeiro trimestre, abaixo do pico de 29,3% registrado em 2023, embora ligeiramente acima dos 23,3% observados em 2025.

Capacidade instalada sobe, mas pedidos indicam fraqueza

A utilização da capacidade instalada da indústria atingiu 79,9% em março, acima dos 77,6% registrados no mesmo mês de 2025, indicando melhora operacional.

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Por outro lado, a carteira de pedidos, importante indicador de demanda futura, apresenta sinais de enfraquecimento. Em março, houve leve alta frente a fevereiro, com 9 semanas de pedidos, mas ainda assim queda de 1,5% na comparação anual.

No acumulado do trimestre, a retração foi de 5,2%, reforçando a perspectiva de um ano mais desafiador para o setor.

Perspectivas para 2026

Segundo a Abimaq, o comportamento da carteira de pedidos indica que a indústria deve enfrentar um período de receitas mais fracas ao longo de 2026. A combinação de demanda interna desaquecida, avanço das importações e incertezas no mercado externo compõe um cenário de cautela.

Para o agronegócio, o desempenho do setor de máquinas é um termômetro importante, já que reflete diretamente o nível de investimento no campo. A evolução desse mercado será decisiva para medir o ritmo de modernização e expansão da produção agrícola nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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