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Rio de Janeiro: bairro da Glória é eleito o 9º mais legal do mundo

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Rio de Janeiro: bairro da Glória é eleito o 9º mais legal do mundo
Rebeca de Ávila

Rio de Janeiro: bairro da Glória é eleito o 9º mais legal do mundo

O bairro da Glória, na Zona Sul do Rio de Janeiro , foi eleito como o 9º mais “cool” do mundo pela revista Time Out. Segundo o guia britânico, a região antes era conhecida por seus monumentos e patrimônios históricos, mas agora está se reinventando e concebendo um novo espírito cultural.

A Time Out justifica a posição no ranking com novidades, como as obras do Hotel Glória , depois de quase 20 anos de abandono, e a revitalização da Praia do Flamengo , antes imprópria para banho. Os parques, o Museu de Arte Moderna (MAM Rio), o Outeiro da Glória e a Feira da Glória são destacados como atrativos tradicionais do bairro.

A transformação envolve também uma vida noturna efervescente. A revista indica a Rua Santo Amaro como um point de bares e restaurantes que não pesam no bolso. O Bar do Zé é citado por ter uma “seleção épica de cachaças”, enquanto o Braseiro da Glória , o Labuta Mar , o Birosca e o Fatchia fazem parte da programação para um dia perfeito no bairro.

Em setembro deste ano, a Time Out elegeu o Rio de Janeiro como a cidade com a melhor vida noturna do mundo , e em março, foi a vez da Rua Arnaldo Quintela receber destaque como a rua mais legal do globo pela publicação.

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Os bairros mais legais do mundo

Para fazer a seleção dos 38 endereços, a Time Out questionou sua equipe de redação ao redor do mundo sobre seus bairros favoritos. Depois, o ranking foi organizado de acordo com os critérios de alimentação, arte, cultura, espírito comunitário e vida urbana, noturna e pedestre.

Veja a lista a seguir:

1. Notre-Dame-du-Mont, Marselha, França

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2. Mers Sultan, Casablanca, Marrocos

3. Pererenan, Bali, Indonésia

4. Seongsu-dong, Seoul, Coreia do Norte

5. Kerns, Portland, Estados Unidos

6. Stokes Croft and St Paul’s, Bristol, Reino Unido

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7. Chippendale, Sidney, Austrália

8. Príncipe Real, Lisboa, Portugal

9. Glória, Rio de Janeiro, Brasil

10. Windsor, Melbourne, Austrália

11. Zabłocie, Kraków, Polônia

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12. Little River, Miami , Estados Unidos

13. Saint-Henri, Montreal, Canadá

14. Punavuori, Helsinki, Finlândia

15. Gakugeidaigaku, Tóquio, Japão

16. Thao Dien, Ho Chi Minh, Vietnã

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17. Flatbush, Nova York, Estados Unidos

18. Friedrichshain, Berlim, Alemanha

19. East City, Cidade do Cabo, África do Sul

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20. Belleville, Paris, França

21. Northbridge, Perth, Austrália

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22. Strathbungo, Glasgow, Escócia

23. Chacarita, Buenos Aires, Argentina

24. Leyton, Londres , Reino Unido

25. Inchicore, Dublin, Irlanda

26. East Hollywood, Los Angeles, Estados Unidos

27. Ekkamai, Bangkok, Tailândia

28. San Rafael, Cidade do México, México

29. Mount Pleasant, Washington DC, Estados Unidos

30. Bonfim, Porto, Portugal

31. Palace District, Budapeste, Hungria

32. Brewerytown, Filadélfia, Estados Unidos

33. Kowloon City, Hong Kong

34. Logan Square, Chicago, Estados Unidos

35. Norwood, Adelaide, Austrália

36. Osu, Accra, Gana

37. Orchard, Singapura

38. Union Square, Somerville, Estados Unidos.

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Fonte: Turismo

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Turismo

Cadastur passa a ter declaração de raça, etnia e gênero; registro é obrigatório

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O Ministério do Turismo deu um passo estratégico na modernização do setor ao tornar obrigatório o preenchimento dos campos de raça, etnia e gênero no perfil dos profissionais e empresas registrados no Cadastur, sistema oficial que garante acesso a programas, incentivos e políticas públicas. Para detalhar a medida, o ministério promoverá, no dia 30 de junho, um webinar para orientar afroempreendedores sobre a formalização e novas oportunidades.

Mais do que uma simples atualização cadastral, essa mudança foi pensada para dar visibilidade à rica pluralidade de pessoas que movimentam o setor de viagens e hospitalidade no Brasil. A partir desse novo banco de dados, será possível identificar os principais desafios para fazer o setor crescer, orientando o desenvolvimento de projetos, ações de capacitação e iniciativas voltadas à redução das desigualdades no mercado de trabalho turístico.

O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, disse que, ao tornar obrigatório o registro de raça, etnia e gênero no Cadastur, o Governo do Brasil dá um passo histórico rumo a um turismo mais justo, diverso e inclusivo. “Esse mapeamento vai orientar nossas políticas públicas, reduzir desigualdades e capacitar quem realmente faz o setor pulsar. Além disso, ao formalizar e valorizar o turismo de base comunitária e afrocentrada, elevamos a competitividade do Brasil no cenário internacional. Estamos transformando a rica pluralidade da nossa gente em motor de desenvolvimento, emprego e renda para todo o país”, afirmou.

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A formalização por meio do Cadastur é um importante instrumento para ampliar oportunidades e fortalecer a atuação dos profissionais e empreendimentos do turismo. Com o registro, guias de turismo, agências de viagens, meios de hospedagem e organizadores de eventos passam a ter acesso a políticas públicas voltadas ao setor, incluindo linhas de crédito e programas de qualificação profissional.

Microempreendedores e empresários turísticos cadastrados no Cadastur podem, por exemplo, acessar recursos do Fundo Geral de Turismo (Fungetur), que disponibiliza, só em 2026, mais de R$ 1 bilhão para financiamentos com condições facilitadas.

A atividade turística baseada na valorização da cultura negra e da ancestralidade tem demonstrado um enorme potencial de geração de emprego e renda em quilombos e territórios tradicionais de todo o país. Ao mapear e formalizar esses negócios, o Brasil eleva o nível de competitividade de seus produtos em todo o cenário turístico, onde viajantes buscam, cada vez mais, experiências autênticas, sustentáveis e socialmente responsáveis.

Webinar

Como desdobramento dessa iniciativa, o Ministério do Turismo, em parceria com a Associação Brasileira de Afroturismo (Abrafo), promoverá, no dia 30 de junho, das 14h30 às 17h, o webinar “Rotas Negras em Ação: Cadastur, Formalização e Oportunidades para Afroempreendedores do Turismo”.

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O encontro virtual servirá como plataforma de diálogo direto entre os empreendedores e o poder público, detalhando como o registro formal pode se traduzir em fomento e na consolidação de rotas turísticas integradas.

Inscreva-se aqui.

Protagonismo

O Ministério do Turismo lançou, durante o Salão do Turismo 2026, a 13ª edição do Boletim de Inteligência de Mercado no Turismo (BIMT), dedicado ao afroturismo.

A publicação, elaborada a partir de um esforço colaborativo, que envolveu o Ministério da Igualdade Racial, a Embratur e diversos atores do afroturismo, apresenta um retrato abrangente do setor, destacando o protagonismo da cultura afro-brasileira e das experiências que conectam história, identidade e desenvolvimento econômico.

O documento mapeia 101 experiências e 32 eventos em todo o Brasil, consolidando especialmente as regiões Sudeste e Nordeste como polos do turismo afrocentrado.

Acesse o boletim aqui.

Além disso, em 2025 foi lançado o Guia do Afroturismo no Brasil, que apontou 44 experiências e serviços turísticos protagonizados por pessoas negras. Elaborado em parceria com a UNESCO, o conteúdo é fruto de um levantamento nacional, que ouviu afroempreendedores e comunidades tradicionais.

O material pode ser acessado neste link.

Por Bárbara Magalhães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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