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Rio Verde deve receber R$ 6 bilhões em investimentos em 2025 impulsionados pelo agronegócio e setor imobiliário

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Rio Verde se destaca como polo de desenvolvimento regional

A cidade de Rio Verde (GO) se consolida como um dos principais polos de desenvolvimento do interior goiano, atraindo vultosos investimentos, especialmente do setor agropecuário. O município é o primeiro do estado em valor adicionado bruto do agronegócio e tem se tornado o foco de empresas interessadas em expandir operações, principalmente no setor imobiliário.

Segundo Marcelo Estrela, empresário e sócio da Vertente Invest, o crescimento da agroindústria gera recursos significativos, que são reinvestidos em outros setores, criando um ciclo virtuoso de desenvolvimento econômico. “Com uma boa produção rural, é natural que os empresários direcionem recursos para o imobiliário, indústria e serviços, fomentando toda a cadeia produtiva”, explica Estrela.

Perfil econômico e demográfico de Rio Verde

Com 241,5 mil habitantes, Rio Verde é a cidade mais populosa da região sudoeste de Goiás. O município apresenta um PIB per capita de R$ 65,9 mil, quase o dobro da média estadual de R$ 37,4 mil, segundo dados do IBGE.

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Dados da plataforma Caravelas indicam que Rio Verde possui PIB total de R$ 16,3 bilhões, sendo a quarta maior economia do estado. Entre 2006 e 2021, o crescimento econômico municipal teve o melhor desempenho da região intermediária, destacando a força produtiva e o potencial de investimento local.

Setor imobiliário e industrial impulsionam o crescimento

O desenvolvimento econômico da cidade não se limita ao agronegócio. O imobiliário, a indústria e a tecnologia também recebem destaque, consolidando um ecossistema favorável a investimentos sólidos e rentáveis.

Nesse contexto, a Vertente Invest firmou uma parceria com a Habitat Incorporadora, criando a Vertente Sudoeste, com unidade instalada no Soul Business, na Avenida Presidente Vargas. A iniciativa tem como objetivo movimentar pelo menos R$ 6 bilhões nos próximos 12 meses, estimulando empresas de Rio Verde e cidades vizinhas como Jataí e Mineiros.

Efeito multiplicador dos investimentos

O empresário Marcelo Estrela explica que o crescimento em setores estratégicos gera efeito em cadeia, beneficiando diversas áreas da economia local. “Uma agroindústria forte gera demanda por lotes, imóveis residenciais e comerciais, além de impulsionar móveis, decoração, tecnologia e outros itens industriais, fortalecendo toda a cadeia produtiva e o comércio da região”, afirma.

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Para atender a essa demanda crescente, as empresas necessitam de financiamentos, aportes de capital e suporte estratégico, papel que será desempenhado pela Vertente Sudoeste.

Vertente Invest e Habitat Incorporadora: expertise e credibilidade

A operação conta com a experiência da Vertente Invest, plataforma de serviços financeiros que já estruturou mais de R$ 5 bilhões em transações em setores como agronegócio, energia, imobiliário, indústria e tecnologia, além de atuar em custódia, gestão de recursos financeiros, seguros e câmbio.

A Habitat Incorporadora, com mais de 15 anos de atuação no sudoeste goiano, já lançou 26 projetos imobiliários, entregando 19 empreendimentos para mais de 1.200 clientes, com valorização de até 100% nos últimos quatro anos. A parceria busca conectar capital e oportunidades, impulsionando ainda mais o crescimento econômico de Rio Verde e região.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Brasil reforça compromisso com pesca e aquicultura sustentáveis e segurança alimentar na FAO

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O Brasil reforçou o compromisso com a pesca sustentável, a aquicultura responsável e a segurança alimentar durante a 37ª Sessão do Comitê de Pesca da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em Roma, na Itália. A participação ministerial marca o retorno do Brasil ao principal fórum internacional de discussão sobre pesca e aquicultura após 14 anos.


Em seu discurso inaugural, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, destacou a recriação do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), em 2023, e a importância do setor para a segurança alimentar e nutricional. O ministro também ressaltou que o Brasil deixou o Mapa da Fome da FAO em 2025.

 

“Temos a convicção de que a pesca e a aquicultura são fundamentais para sistemas alimentares mais sustentáveis, resilientes e diversificados”, afirmou.


Ciência e sustentabilidade

 

Entre os avanços apresentados está a reconstrução da série histórica da pesca marinha brasileira, de 1950 a 2025, e o desenvolvimento de uma plataforma para ampliar o acesso e a transparência dos dados pesqueiros. O Brasil também restabeleceu o Grupo Técnico Interministerial para prevenção e combate à pesca ilegal, não declarada e não regulamentada (INDNR) e vem preparando suas equipes para a implementação do Acordo sobre Medidas do Estado do Porto. Com cerca de 1,7 milhão de pescadores e pescadoras, o país defende uma gestão pesqueira baseada em ciência e evidências, aliada à conservação dos ecossistemas aquáticos.

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Aquicultura e mudanças climáticas

 

Na aquicultura, o Brasil está construindo o Plano Nacional da Aquicultura, com diretrizes para os próximos dez anos e foco em investimentos, inovação, sustentabilidade e agregação de valor. O país também trabalha para ampliar a resiliência das comunidades pesqueiras e aquícolas diante das mudanças climáticas, por meio do Plano Clima, além de fortalecer a assistência técnica, a extensão e o acesso ao crédito. Outra prioridade é ampliar o consumo de pescado e sua presença nos programas de alimentação escolar, contribuindo para a segurança alimentar e fortalecendo a cadeia produtiva.

Valorização da pesca artesanal

O ministro destacou ainda a realização da Cúpula da Pesca de Pequena Escala, realizada em Roma, e reforçou a importância da participação dos pescadores na construção das políticas públicas. No Brasil, esse compromisso está refletido na construção do Plano Nacional da Pesca Artesanal, voltado ao fortalecimento do setor e ao reconhecimento de sua importância para a segurança alimentar, a geração de renda e as economias locais. No cenário internacional, o Brasil também destacou a presença dos alimentos aquáticos nas discussões do G20, dos BRICS e da COP30 e COP15 da CMS.

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Ao concluir, o ministro reafirmou que pesca sustentável, aquicultura responsável, segurança alimentar, geração de renda e conservação dos recursos aquáticos são agendas inseparáveis.“O Brasil reafirma seu compromisso com a cooperação internacional e com uma gestão pesqueira baseada na ciência, em dados de qualidade e na participação dos pescadores.”

ASCOM

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected] 

 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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