Política Nacional

Roberta Acioly cobra medidas para reduzir custo das passagens aéreas em Roraima

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A senadora Roberta Acioly (Republicanos-RR), em pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira (15), cobrou medidas para reduzir o custo das passagens aéreas em Roraima. A parlamentar citou dados do Anuário do Transporte Aéreo de 2025, segundo os quais o estado registrou a maior tarifa média do país, de R$ 1.401,05 por passageiro e por trecho.

Roberta informou que apresentou requerimento de informações ao Ministério de Portos e Aeroportos para solicitar esclarecimentos sobre as causas dos preços elevados e as medidas previstas para ampliar a oferta de voos, aumentar a concorrência entre as companhias aéreas e reduzir as tarifas.

— Não queremos apenas explicações. Queremos planejamento, compromisso e resultados. Roraima precisa de mais voos, melhores horários, maior concorrência e políticas públicas que reconheçam as particularidades da Região Norte — declarou.

Segundo a senadora, o alto custo das passagens afeta o acesso da população à saúde, à educação, ao trabalho e ao turismo. Ela afirmou que, em razão da localização geográfica de Roraima e das limitações de outros meios de transporte, o avião é uma das principais formas de ligação do estado com o restante do país.

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— Estamos diante de um problema de integração nacional e de desigualdade regional. Essa realidade pesa diretamente no orçamento das famílias, encarece a atividade das empresas, afasta investimentos e investidores e limita as oportunidades de desenvolvimento. A distância não pode continuar sendo usada como a única justificativa para penalizar quem vive no nosso estado — afirmou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Política Nacional

Damares faz balanço de atividades da CDH no primeiro semestre

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A senadora Damares Alves (Republicanos-DF), em pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira (15), apresentou um balanço das atividades da Comissão de Direitos Humanos (CDH) no primeiro semestre de 2026.

Como presidente da comissão, Damares ressaltou que o colegiado manteve uma agenda voltada à análise de projetos de lei, ao recebimento de denúncias de violações de direitos humanos e à realização de audiências públicas. Segundo a parlamentar, os trabalhos resultaram na aprovação de propostas relacionadas à proteção das mulheres, da juventude e ao enfrentamento da violência.

— A Comissão de Direitos Humanos virou uma central de recebimento de denúncias de violações de direitos humanos. Nós estamos dando respostas ao povo, lá na ponta. Nós deliberamos o PL 670/2023, que institui o Programa Mulher Alerta. Nós também deliberamos medidas de enfrentamento à violência contra a mulher, no âmbito do turismo. Aquela é a comissão que cuida da família, dos jovens, das crianças e dos idosos — afirmou.

A parlamentar destacou ainda os debates sobre proteção à infância, às pessoas com deficiência, às doenças raras e aos povos indígenas, além das ações relacionadas ao desaparecimento de crianças.

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— A Comissão de Direitos Humanos tem dado uma atenção especial a isso, porque hoje, no Brasil, nós estamos com mais de 100 mil pessoas desaparecidas, e mais de 55 mil são crianças — disse.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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