Mato Grosso

Rotam prende homem por porte ilegal de arma de fogo, apreende pistola e munições

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Policiais militares do Batalhão de Rondas Ostensivas Tática Móvel (Rotam) do 6º Batalhão prenderam um homem, de 39 anos, por porte ilegal de arma de fogo, na noite deste sábado (15.11), em Cáceres. Com o suspeito, os policiais apreenderam uma pistola calibre .380 e 14 munições do mesmo calibre, e uma quantia de R$1.385,00 em dinheiro.

Durante policiamento tático, a equipe policial foi acionada para uma ocorrência de uma briga com dois homens, em um posto de combustível. De acordo com a denúncia, um dos envolvidos estaria armado no local. Os policiais se deslocaram até o endereço e identificaram o suspeito.

Durante a abordagem, a equipe encontrou uma pistola calibre .380 com 14 munições e uma quantia em dinheiro. Questionado sobre a origem da arma de fogo, o homem relatou ter comprado por uma quantia de R$ 5 mil e não soube informar a procedência.

Diante do flagrante, o suspeito foi encaminhado para a delegacia, com o material apreendido, para as providências que o caso requer.

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Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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