Mato Grosso

Perícias da Politec auxiliam na recuperação de mais de R$ 1 milhão em veículos adulterados

Publicado

Entre os meses de agosto e setembro deste ano, a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) realizou 234 perícias em veículos e componentes automotivos com suspeitas de adulteração de sinais identificadores ou provenientes de roubos e furtos. Nesse período, 16 veículos recuperados pela Polícia Civil tiveram confirmadas as adulterações dos sinais identificadores, incluindo número de chassi e numeração de motor, e foram restituídos às vítimas.

Esses veículos recuperados, entre caminhonetes, automóveis e motocicletas de diferentes marcas, somam um valor de mercado estimado em mais de um milhão de reais.

Os laudos periciais, emitidos pela Gerência de Perícias de Identificação Veicular da Politec, são determinantes para a caracterização dos crimes e para a legitimação da propriedade dos veículos, viabilizando que os bens recuperados sejam oficialmente restituídos a seus donos, após o processo de remarcação junto ao Detran, conforme prevê a legislação vigente.

Além das análises técnicas, a equipe da Gerência também participou de importantes operações integradas de segurança pública, como as operações “Compra Segura”, da Delegacia de Repressão a Roubos e Furtos de Veículos, e as operações “Lei Seca” e “Tolerância Zero Sobre Duas Rodas”, coordenadas pelo Gabinete de Gestão Integrada (GGI) da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp).

Leia mais:  Seduc orienta escolas da rede estadual sobre a Matrícula Inicial do Censo Escolar 2026

Para o gerente da unidade, perito oficial criminal Joel Paim, os resultados refletem a importância da perícia técnica para a investigação de crimes e na devolução de bens à sociedade.

Cada laudo representa não apenas a recuperação de um patrimônio, mas também o fortalecimento da confiança do cidadão nas instituições públicas. A atuação técnica e criteriosa da Politec reforça o compromisso da instituição com a defesa do patrimônio da sociedade e o enfrentamento qualificado à criminalidade, assegurando que a verdade científica contribua diretamente para a Justiça e para a sensação de segurança da população”, destacou.

Fonte: Governo MT – MT

Comentários Facebook
publicidade

Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Publicado

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia mais:  Atletas de todas as categorias se preparam para a "1ª Corrida da Core"

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia mais:  Museu promove dia do meio ambiente com doação de mudas, oficinas e programação para toda a família

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana