Mato Grosso

Rotam prende três homens por tráfico de drogas, apreende entorpecentes e R$ 7,2 mil em dinheiro

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Policiais militares do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam) prenderam três homens suspeitos por tráfico de drogas, nesta terça-feira (2.12), em Cuiabá. Com os suspeitos, foram apreendidas uma porção de cocaína, 24 porções de maconha e uma quantia de R$7.297,00 em dinheiro.

Durante patrulhamento pelo bairro Novo Paraíso, os policiais flagraram três homens em atitude suspeita em uma residência sem muro. Um dos suspeitos, que estava sendo monitorado por tornozeleira eletrônica, tentou fugir ao ver a equipe policial e jogou no chão uma pochete e uma sacola.

Os policiais o abordaram e encontraram na pochete uma porção de cocaína e uma quantia de R$397,00, e na sacola, mais 17 porções de maconha, além de material de preparo.

Durante abordagem aos outros dois suspeitos que estavam próximo a um veículo Volkswagen Gol, foram encontradas mais três porções de maconha. No interior do veículo, a equipe localizou uma quantia de R$ 6.900 em dinheiro. Um dos abordados relatou à PM que possuía mais quantidades de drogas em sua residência.

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A equipe foi até o endereço indicado e localizou mais três porções de maconha em um dos cômodos. Os militares identificaram que todos possuíam passagem criminal por tráfico de drogas.

Diante do flagrante, os criminosos foram encaminhados a Central de Flagrantes de Cuiabá, com o material apreendido, para as providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939

*Sob supervisão Wellyngton Souza

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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