Mato Grosso

Rua Boa Vista será interditada para início das obras de duplicação

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A Rua Boa Vista será totalmente interditada a partir da próxima semana para a continuidade das obras de implantação do Complexo Leblon. A previsão é que as obras comecem a partir da quarta-feira (13.05).

A interdição da Rua Boa Vista terá impactos também no trânsito da Avenida Miguel Sutil. Como ela estará fechada, ela não poderá ser utilizada como rota de desvio pelos motoristas que querem acessar a Estrada do Moinho ou seguir viagem em direção à Rodoviária.

Para quem está na pista que vai para a Rodoviária, será obrigatório dobrar à direita na Rua Couto Magalhães, no semáforo instalado em frente ao estacionamento da Yakao Distribuidora. De lá será preciso virar à esquerda na Rua da UPA do Jardim Leblon para chegar na Estrada do Moinho.

Da mesma forma, os motoristas que estão na pista que vai para o Coxipó e que queiram ir para a Estrada do Moinho não poderão pegar o cruzamento sobre a trincheira. Será preciso seguir até o semáforo da Yakao e entrar na Rua Couto Magalhães.

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Os trabalhos na duplicação da Rua Boa Vista vão começar inicialmente com o sistema de drenagem. Depois disso será realizada a terraplanagem e então a pavimentação.

As obras de implantação do Complexo Leblon também seguem em outras frentes, com a execução dos muros de contenção da trincheira, escavações do túnel na Rua Trigo de Loureiro e pavimentação da Rua Estrela do Norte.

Sistema BRT

As obras de implantação do Sistema BRT também seguem em andamento em pelo menos cinco frentes.

A recuperação do asfalto da Avenida do CPA, no trecho entre o Viaduto da Sefaz e a Defensoria Pública terá continuidade, com duas equipes atuando, uma em cada lado da Avenida. Por conta das obras, apenas uma pista na saída do viaduto está liberada.

A implantação do Parque Linear também segue na reta final, com execução de acabamentos.

No trecho entre o Crea e a Rua Voluntários da Pátria são instalados meios-fios e construídas calçadas. Próximo ao Morro da Luz terá início o trabalho de energização da nova rede elétrica. Entre a Avenida Dom Bosco e a Rua XV de Novembro segue a concretagem da base e instalação de eletrodutos.

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Em frente ao Shopping Popular as equipes trabalham na execução de meios-fios e calçadas e em uma nova camada de asfalto para a pista do BRT.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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