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São Miguel do Oeste capacita produtores de ovinos e caprinos com apoio do Sebrae/SC

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A Prefeitura de São Miguel do Oeste, em parceria com a Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Piscicultura e o Sebrae/SC, realizou um encontro voltado a produtores rurais, jovens e representantes do setor agropecuário para apresentar o Projeto de Desenvolvimento Territorial para a Ovinocultura e Caprinocultura. A iniciativa visa fortalecer a produção local, com foco no abate em frigoríficos e na distribuição de carne para o mercado consumidor.

Capacitação técnica e valorização da cadeia produtiva

Durante o encontro, o consultor credenciado ao Sebrae/SC, Paulo Gregianin, detalhou as ações do projeto, que incluem:

  • Orientação técnica aos produtores;
  • Incentivo à formalização e profissionalização da atividade;
  • Organização de mercado;
  • Valorização da cadeia produtiva.

“Nosso objetivo é estruturar os produtores para que possam atender à indústria, ampliar a escala de produção e oferecer carne de maior qualidade ao mercado”, explicou Gregianin.

Diversificação da produção rural

O prefeito Edenilson Zanardi destacou o projeto como uma oportunidade estratégica para diversificar a produção no município e fortalecer a economia local.

“Estamos criando alternativas sustentáveis de renda no campo, abrindo novas oportunidades aos agricultores e contribuindo para o desenvolvimento econômico de São Miguel do Oeste”, afirmou.

Apoio da gestão à expansão do setor

O secretário de Agricultura, Pecuária e Piscicultura, André Zapani, reforçou o compromisso da administração em apoiar projetos que tragam resultados concretos para os produtores.

“A ovinocultura e a caprinocultura têm grande potencial de crescimento em nossa região. Nosso papel é oferecer suporte para que os agricultores enxerguem nesta atividade uma possibilidade real de desenvolvimento”, declarou.

Perspectivas de crescimento e geração de renda

Segundo o diretor de Investimentos Rurais, Alfredo Spier, a produção de ovinos e caprinos apresenta boas perspectivas, podendo se tornar uma alternativa rentável e estratégica para o município.

“Essas atividades podem gerar renda direta aos produtores e contribuir significativamente para o desenvolvimento econômico local”, destacou.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Atualização de Rebanhos em São Paulo segue até 14 de junho e já alcança 55% das declarações

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A Campanha de Atualização de Rebanhos do primeiro semestre de 2026 segue em andamento no Estado de São Paulo e os produtores rurais têm até o dia 14 de junho para regularizar as informações cadastrais de seus animais junto à Defesa Agropecuária, vinculada à Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA).

Segundo dados do sistema GEDAVE (Gestão de Defesa Animal e Vegetal), aproximadamente 55% dos rebanhos paulistas já foram declarados desde o início da campanha, em 11 de maio. A atualização é obrigatória para diversas espécies de produção animal e representa uma importante ferramenta de monitoramento sanitário.

Declaração é obrigatória para diversas espécies

Além dos bovinos, devem ser atualizados os dados de bubalinos, equinos, asininos, muares, suínos, ovinos, caprinos, aves, peixes, outros animais aquáticos, colmeias de abelhas e também criações de bicho-da-seda.

A Defesa Agropecuária alerta que a não realização da declaração pode resultar em bloqueios para movimentação dos animais, impedimento na emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA) e aplicação de sanções administrativas previstas na legislação estadual.

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Entre todas as espécies cadastradas, os bovinos apresentam o maior índice de adesão até o momento, com 61,94% dos animais já declarados pelos produtores.

Como realizar a atualização do rebanho

A declaração pode ser feita de forma online, diretamente pelo sistema GEDAVE, ou presencialmente em uma das unidades regionais da Defesa Agropecuária espalhadas pelo Estado de São Paulo.

A atualização periódica dos dados permite ao serviço veterinário oficial manter informações precisas sobre o rebanho paulista, fortalecendo as ações de vigilância, prevenção e controle de doenças animais.

Contribuição ao Fundesa-PEC passa a integrar a campanha

Uma das novidades desta edição da campanha é a contribuição obrigatória dos proprietários de bovinos e bubalinos ao Fundo de Defesa da Sanidade Animal para a Pecuária (Fundesa-PEC), criado para fortalecer a proteção sanitária do rebanho paulista contra a febre aftosa.

O valor da contribuição em 2026 foi estabelecido em R$ 1,076 por animal declarado. Até o momento, o fundo já arrecadou R$ 6,46 milhões.

Os recursos serão destinados à formação de uma reserva financeira para situações emergenciais relacionadas à sanidade animal.

Fundo garante suporte em casos de febre aftosa

Em eventuais ocorrências de focos de febre aftosa, a Defesa Agropecuária precisa agir rapidamente para evitar a disseminação da doença. Dependendo da gravidade da situação, pode ser necessário realizar o abate sanitário de animais.

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Nesses casos, o Fundesa-PEC tem papel fundamental ao garantir a indenização dos produtores afetados, reduzindo os impactos econômicos da medida sanitária.

De acordo com a Secretaria de Agricultura, a existência do fundo fortalece a capacidade de resposta do Estado diante de emergências sanitárias, contribuindo para a manutenção do status sanitário paulista e para a competitividade da pecuária nos mercados nacional e internacional.

Sanidade animal é estratégica para o agronegócio

A atualização cadastral dos rebanhos é considerada uma das principais ferramentas de gestão sanitária do setor pecuário. Além de permitir maior controle sobre o efetivo animal existente no Estado, a medida contribui para a rastreabilidade, segurança alimentar e preservação dos mercados consumidores, cada vez mais exigentes quanto aos padrões sanitários da produção agropecuária.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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