Mato Grosso

Secel abre inscrições para edital que financia projetos esportivos de instituições sociais

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A Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso (Secel-MT) publicou, nessa segunda-feira (10.06), o edital que financia projetos esportivos realizados por Organizações da Sociedade Civil (OSCs). Em sua quarta edição, o programa Pontos de Esporte e Lazer conta com R$ 2 milhões de investimento para contemplar 50 propostas. As inscrições ficam abertas até 24 de junho.

“Temos muito orgulho em dar continuidade a esse programa, permitindo que muitos projetos sociais e esportivos recebam o fomento do Governo de Mato Grosso. Há excelentes iniciativas acontecendo por todo o Estado e que podem ser contempladas com esse aporte financeiro para melhorar ainda mais suas atividades e continuar mudando a vida de muita gente”, destaca o secretário da Secel, Jefferson Carvalho Neves.

Cada projeto selecionado irá receber R$ 40 mil e o valor pode ser usado para aquisição de materiais, equipamentos esportivos, confecção de uniformes, contratação de professores, dentre outros custos.

Podem concorrer no edital pessoas jurídicas de direito privado, sem fins lucrativos, enquadradas no conceito de Organizações da Sociedade Civil (OSC). A instituição precisa desenvolver, ainda, projetos esportivos de interesse social e coletivo, com atuação há pelo menos dois anos em Mato Grosso.

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Além de informações sobre o projeto e a instituição, os interessados devem apresentar documentos que comprovem experiência prévia e atuação no segmento de atividades esportivas, a constituição jurídica de no mínimo dois anos, bem como o cadastro no Sistema Estadual do Desporto, que é realizado pelo Conselho Estadual do Desporto (Consed).

Para a seleção das propostas, serão considerados critérios como benefícios oferecidos às comunidades, número de pessoas atendidas, tempo do projeto, abrangência e impactos econômicos, sociais e de continuidade.

O edital e anexos com modelos dos formulários e instruções de preenchimento estão disponíveis no site www.secel.mt.gov.br/editais-esporte-e-lazer.

Os documentos devidamente preenchidos e assinados podem ser enviados para o e-mail [email protected] ou entregues impressos diretamente no Protocolo da Secel, que fica na Avenida José Monteiro de Figueiredo, número 510, bairro Duque de Caxias, em Cuiabá.

Serviço
Edital Pontos de Esporte e Lazer 2024
Prazo para inscrição: 24/06/2024
Acesso ao edital e anexos: www.secel.mt.gov.br/editais-esporte-e-lazer

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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