Mato Grosso

Seciteci amplia qualificação profissional com curso técnico gratuito em backstage

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A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci-MT), em parceria com o Instituto Realize, abriu 30 vagas para o curso gratuito de técnico em backstage. As inscrições ficarão abertas até o dia 1º de fevereiro ou até preencher o número de vagas. O regulamento está disponível aqui (Clique).

Esse é um dos primeiros cursos técnicos em backstage do Brasil. O objetivo é capacitar uma nova geração de especialistas em infraestrutura de palco, sonorização, iluminação e logística de produção.

A capacitação será ministrada por meio de formação híbrida, com certificação válida em todo o território nacional, garantida pela parceria educacional com a Unec (Unidade de Educação de Cuiabá), que expedirá diplomas de acordo com a Lei nº 9.394/96 e Resolução nº 018/2025-CEE/MT.

“O profissional que formaremos aqui sairá pronto para atuar em qualquer palco do Brasil com excelência e responsabilidade,” destaca Marcelo Carvalho, presidente do Instituto Realize.

As atividades têm início em 23 de fevereiro com uma aula magna exclusiva ministrada por Zé Stage, referência nacional em direção de palco e tour management, que irá aproximar os alunos da dinâmica e das exigências das grandes turnês. No dia 24 de fevereiro, o curso segue com a primeira aula presencial, realizada na sede do Instituto Realize.

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Para esclarecer dúvidas ou qualquer outra informação, entre em contato com o Instituto Realize por suas redes sociais: https://www.instagram.com/institutorealizemt/

A iniciativa conta com o fomento do Governo de Mato Grosso, por meio da Seciteci e apoio da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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