Mato Grosso

Seciteci premia com computadores escolas de Poconé que mais arrecadarem lixo eletrônico

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A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), através do programa de recondicionamento de computadores (Recytec), premiará as três escolas de Poconé que mais arrecadarem resíduos eletrônicos. A premiação será realizada durante o evento Recytec Itinerante, nesta quinta e sexta-feira (22 e 23.5).

As escolas que participarem da gincana, intitulada E-lixo Zero, serão premiadas da seguinte forma: o 1º lugar receberá três computadores; o 2º lugar, dois computadores; e 3º lugar, um computador. As vencedoras também receberão troféus. Esta será a 2ª edição da iniciativa que já foi realizada em Chapada dos Guimarães.

Além das escolas, a população em geral pode levar material eletrônico até o ponto de recolhimento, na Escola Estadual Prof. Eucaris Nunes Cunha Morais (R. Joaquim Murtinho – Centro, em Poconé). A arrecadação do material será feita até às 14h de sexta-feira e a premiação, às 16:00h do mesmo dia.

O Recytec Itinerante é um evento gratuito e aberto a todos. A programação conta com palestras, oficinas e apresentações sobre descarte consciente de lixo eletrônico para toda a comunidade do município, principalmente o público escolar.

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O material coletado será reciclado ou descartado de forma adequada pelo programa Recytec, realizado pela Seciteci em parceria com a Organização Não Governamental (ONG) Programando o Futuro. O projeto promove descarte adequado de lixo eletrônico por meio de eventos e campanhas de coleta de resíduos.

O coordenador do programa, Alexandre César Monteiro, ressaltou a importância deste novo evento. “O Recytec Itinerante buscará promover a conscientização dos alunos e da comunidade geral sobre o descarte correto de resíduos eletrônicos em diferentes localidades. Com isso, podemos estimular a reciclagem desses materiais e evitar a contaminação do Meio Ambiente”, afirmou Alexandre.

O Circuito Itinerante do MT Ciências também participará do evento com oficinas de robótica criativa e foguetes de papel, além de levar o planetário digital, óculos de realidade virtual e toda a estrutura da carreta da ciência, composta por quatro salas temáticas, com 22 instalações, que exploram conhecimentos variados.

O Recytec Itinerante terá outra edição ainda este mês. Após Chapada dos Guimarães e Poconé, a equipe estará em Santo Antônio do Leverger, nos dias 29 e 30 de maio.

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Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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