Mato Grosso

Seciteci realiza 432 atendimentos na 1ª Semana da Cultura Científica de Torixoréu

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Ligado à Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), o Circuito itinerante de Ciências de Mato Grosso (MT Ciências) integrou a programação da 1ª Semana da Cultura Científica e Tecnológica do município de Torixoréu. Durante o evento, o projeto recebeu 432 visitantes.

Nos três dias de ação ( de 11 a 13.8), os períodos da manhã e da tarde foram reservados para atendimentos exclusivos da comunidade escolar da região. No período noturno, das 18h30 às 21h30, a programação foi aberta à população em geral. Todos os atendimentos foram realizados no Centro de Múltiplo Uso Prof.ª Lenir Neves.

Os cidadãos de Torixoréu puderam conferir a estrutura da carreta, que constitui o maior museu itinerante de ciências do Brasil, e é composta por instalações interativas que abrangem diversas áreas do conhecimento. O público teve a oportunidade ainda de participar de atividades práticas com os óculos de realidade virtual e o planetário digital do projeto.

A coordenadora de Popularização da Ciência da Seciteci, Kassiana Galli, destacou a grande importância do trabalho de popularização da ciência em todo o Estado, incluindo municípios menores como Torixoréu. “Nossa presença foi notável, atraindo a atenção de toda comunidade, que ficou fascinada com as abordagens inovadoras e criativas de unir ciência e tecnologia na educação”.

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O número de atendimentos é grande, principalmente se levarmos em consideração a população de Torixoréu (cerca de 4,1 mil pessoas, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística-IBGE).

Durante a ação, os moradores também tiveram a possibilidade de descartar seus resíduos eletrônicos de forma adequada através do programa de recondicionamento de computadores (Recytec). A equipe do projeto aproveitou o evento para realizar uma campanha de coleta e conscientizar os cidadãos sobre a importância do descarte correto desses itens.

Kassiana lembra que prefeituras, escolas, instituições públicas e privadas de Mato Grosso podem solicitar a presença do MT Ciências e Recytec em eventos através de ofício a ser enviado à Seciteci.

No ano passado, o MT Ciências visitou 39 cidades e 124 escolas com um total de 21.176 atendimentos. Em 2025, o circuito já passou por municípios como Tangará da Serra, Confresa, Rondonópolis, entre outros.

*Com supervisão de Téo Meneses.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Corpo de Bombeiros combate seis incêndios florestais neste sábado (10)

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combate, neste sábado (10.10), seis incêndios florestais registrados nos municípios de União do Sul, Nossa Senhora do Livramento, Juruena, Santa Terezinha, Paranatinga e Rosário Oeste.

Em todas as ocorrências, os bombeiros atuam de forma estratégica para conter o avanço das chamas, extinguir os incêndios, monitorar as áreas atingidas e proteger vidas, propriedades rurais e o meio ambiente.

As operações contam, conforme a necessidade de cada ocorrência, com o apoio do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil Estadual, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Polícia Militar. A atuação integrada das forças amplia a capacidade de resposta e fortalece o combate aos incêndios florestais em Mato Grosso.

Focos de calor

Em Mato Grosso, foram registrados 62 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme a última checagem realizada às 17h no Programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde). Desse total, 41 focos foram registrados na Amazônia e 21 focos no Cerrado.

Em Terras Indígenas, foram identificados seis focos de calor, sendo dois focos na Terra Indígena Parabubure, em Campinápolis; dois focos na Terra Indígena Parque do Xingu, em Querência; e dois focos na Terra Indígena Terena Gleba Iriri, em Peixoto de Azevedo.

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É importante destacar que um foco de calor, isoladamente, não caracteriza um incêndio florestal. O foco de calor é um indicativo de uma área com temperatura elevada, detectada por satélites, que pode ou não estar associada à ocorrência de fogo. Já um incêndio florestal, em geral, é identificado pelo conjunto de diversos focos de calor concentrados em uma mesma área. No caso das terras indígenas, o combate aos incêndios deve ser realizado por órgãos do Governo Federal, uma vez que o Estado não possui autorização para atuar.

Fiscalização – Operação Infravermelho

O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento do uso irregular do fogo no âmbito da Operação Infravermelho. Esse monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.

Com o apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar, de forma antecipada, áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.

Incêndios extintos

Desde o início do período proibitivo do uso do fogo em Mato Grosso, o Corpo de Bombeiros Militar já atuou na extinção de incêndios nos municípios de Água Boa, Araguaiana, Aripuanã, Barra do Garças, Boa Esperança do Norte, Bom Jesus do Araguaia, Campo Verde, Canabrava do Norte, Canarana, Chapada dos Guimarães, Cocalinho, Colíder, Colniza, Dom Aquino, Feliz Natal, Guarantã do Norte, Guiratinga, Juara, Lambari D’Oeste, Luciara, Marcelândia, Matupá, Nova Bandeirantes, Nova Maringá, Nova Nazaré, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Novo Santo Antônio, Novo São Joaquim, Paranatinga, Peixoto de Azevedo, Poxoréu, Primavera do Leste, Ribeirão Cascalheira, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia, União do Sul e Vila Rica.

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Proibição do uso do fogo

O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso do fogo para limpeza e manejo de áreas rurais nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal, entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026. Nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano.

O uso irregular do fogo pode configurar crime ambiental e está sujeito às penalidades previstas em lei. Além de ser proibida, a prática representa riscos à segurança pública, à saúde da população e ao meio ambiente. Casos de uso irregular do fogo, inclusive em áreas urbanas, devem ser denunciados pelos números 193 (Corpo de Bombeiros Militar) ou 190 (Polícia Militar).

Fonte: Governo MT – MT

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