Mato Grosso

Seletivas do Curto-Circuito de Batalhas de Hip Hop começam nesta segunda-feira (7) em Cuiabá

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As seletivas do Curto-Circuito de Batalhas de Hip Hop começam nesta segunda-feira (7.4), às 19h30, com a Batalha do Voluntário, no bairro Pedra 90, em Cuiabá. Selecionado no edital Viver Cultura – edição Lei Paulo Gustavo, da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), o projeto visa fortalecer a cena Hip Hop em Mato Grosso.

Ao todo, serão promovidas três seletivas que vão selecionar os MCs para a final, que conta com premiação de R$ 1 mil e ocorrerá no dia 27 de abril na Batalha do Tijucal. Há duas vagas já garantidas para mulheres.

A segunda Batalha será realizada no próximo domingo (13), na Feira de Rua, em Rondonópolis. Na terça-feira (15) da próxima semana ocorre a terceira seletiva, no bairro CPA, em Cuiabá.

Realizado pelo Movimento Vambora, o Curto-Circuito de Batalhas tem o objetivo de profissionalizar as batalhas de rima, levando estrutura e dando visibilidade para que os MCs sejam reconhecidos enquanto artistas.

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“As batalhas de rima são um espaço essencial de expressão e resistência, mas ainda enfrentam muitas barreiras para serem reconhecidas como cultura e arte. Com o Curto-Circuito de Batalhas, queremos não só fortalecer essa cena, mas também garantir que os MCs tenham estrutura, visibilidade e oportunidades para seguir crescendo”, explica a presidente do Movimento Vambora, Silvana Cordova.

Segundo Vitor VT, um dos organizadores do evento, as batalhas de rima são um espaço de fala essencial, onde artistas encontram voz e público.

“As batalhas são um movimento importante para proporcionar um espaço de expressão. Muitos MCs não têm esse espaço dentro de casa ou na escola. Ali, eles descarregam suas emoções, compartilham suas histórias e se conectam com a plateia”, destaca Vitor.

O projeto foi viabilizado com recursos da Lei Paulo Gustavo do Ministério da Cultura (MinC) por meio do edital Viver Cultura – Identidades promovido pela Secel-MT.

Serviço
Curto-Circuito de Batalhas
Seletiva 1: 7 de abril, no bairro Pedra 90, em Cuiabá
Seletiva 2: 13 de abril, na Feira de Rua, em Rondonópolis
Seletiva 3: 15 de abril, no bairro CPA, em Cuiabá
Final: 27 de abril, no bairro Tijucal, em Cuiabá

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Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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