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Seminário debate perspectivas do manejo florestal comunitário e familiar na Amazônia

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Entre os dias 23 e 25 de setembro, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima realizou, em Belém (PA), um [FF1] seminário que debateu o manejo florestal comunitário e familiar na Amazônia. A iniciativa foi promovida em parceria com o Serviço Florestal Brasileiro (SFB).

No evento foram aprofundados o diálogo com as comunidades que realizam o manejo sustentável madeireiro e também não madeireiro, para debater os desafios ao fortalecimento das cadeias de valor de seus produtos. Participaram representantes de instituições federais, governos estaduais, academia e sociedade civil.

O diretor do Departamento de Florestas da Secretaria Nacional de Biodiversidade, Florestas e Direitos Animais do MMA, Thiago Belote, destacou a importância do evento para integrar a atuação do MMA e demais entidades parceiras com as comunidades locais.

“Nosso compromisso é assegurar que as políticas públicas de manejo comunitário coloquem no centro aqueles que vivem e dependem da floresta. São essas pessoas que, ao mesmo tempo em que garantem seu sustento, desempenham um papel fundamental na conservação da biodiversidade e na construção de soluções para os grandes desafios ambientais que enfrentamos”, afirmou.

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Realizado com o apoio do Instituto Internacional de Educação do Brasil (IIEB), o evento contou também com a apresentação e a discussão dos resultados parciais do levantamento de iniciativas de manejo de produtos florestais da bioeconomia na Amazônia, que atualiza as informações sobre  os empreendimentos comunitários.

A diretora de Fomento Florestal do SFB, Clarisse Cruz, enfatizou a importância de uma atuação coordenada para fortalecer estes empreendimentos. “São trabalhos que geram renda, ao mesmo tempo que conservam a floresta em pé, contribuindo para a conservação da biodiversidade, a redução do desmatamento e a mitigação das mudanças do clima”, afirmou.

Também participaram do evento representantes das Secretaria Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais e Desenvolvimento Rural Sustentável e da Secretaria Nacional de Bioeconomia, ambas do MMA, além de integrantes do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, de governos estaduais, universidades,  sociedade civil e de mais de 50 membros comunitários. O evento contou a com apoio do projeto Amazon Sustainable Landscape (ASL).

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Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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Exportações de algodão de Mato Grosso batem recorde em junho e China amplia compras da pluma brasileira

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As exportações de algodão em pluma de Mato Grosso registraram um novo recorde para o mês de junho, consolidando o protagonismo do estado no comércio internacional da fibra. Impulsionadas pelo forte avanço da demanda chinesa e pela competitividade da pluma brasileira, as vendas externas apresentaram crescimento expressivo em relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), elaborada com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou 217,04 mil toneladas de algodão em pluma em junho de 2026. Embora o volume represente uma retração de 25,46% frente a maio, houve avanço de 63,41% na comparação com junho de 2025.

Mato Grosso lidera exportações brasileiras de algodão

Em Mato Grosso, os embarques somaram 154,18 mil toneladas em junho, resultado que representa queda mensal de 20,70%, mas crescimento de 66,38% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

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O desempenho estabeleceu um novo recorde para junho na série histórica da Secex, reforçando a liderança do estado nas exportações brasileiras de algodão.

Safra 2024/25 mantém ritmo forte nas vendas externas

No acumulado da safra 2024/25, entre agosto de 2025 e junho de 2026, Mato Grosso exportou 1,97 milhão de toneladas de algodão em pluma.

O volume representa um crescimento de 13,57% em comparação ao mesmo período da temporada anterior, evidenciando o fortalecimento da presença brasileira no mercado internacional da fibra.

China amplia importações e consolida liderança entre os compradores

Segundo o Imea, a China permaneceu como o principal destino do algodão mato-grossense na safra 2024/25.

As compras chinesas cresceram 53,97% em relação ao ciclo anterior e passaram a representar 19,75% de todas as exportações de algodão realizadas pelo estado.

O instituto atribui esse avanço à maior competitividade da pluma brasileira em um cenário de elevada oferta exportável, fator que aumentou a atratividade do produto nacional frente aos concorrentes internacionais.

Mato Grosso concentra embarques para o mercado chinês

Com o forte crescimento da demanda asiática, Mato Grosso respondeu por mais da metade das exportações brasileiras de algodão destinadas à China, reforçando sua posição estratégica no abastecimento do maior mercado consumidor mundial da fibra.

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A combinação entre elevada produção, qualidade da pluma e competitividade nos preços segue fortalecendo o estado como principal polo exportador de algodão do Brasil e um dos mais relevantes fornecedores do mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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