Mato Grosso

Sesp assina termo de cooperação com os estados de Rondônia e Acre nesta quinta-feira (11)

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A Secretaria de Estado de Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp-MT) assina, nesta quinta-feira (11.9), um termo de cooperação com os estados de Rondônia e Acre com objetivo de ampliar a integração entre as forças policiais e fortalecer o enfrentamento à criminalidade, principalmente ao narcotráfico internacional.

A assinatura será realizada às 9h30 pelos secretários de Segurança Pública, coronel PM César Roveri (Mato Grosso), coronel José Américo Gaia (Acre) e coronel Felipe Vital (Rondônia), na sede da Sesp, no Centro Político Administrativo. A ação integra o programa Tolerância Zero às facções criminosas.

O acordo prevê a criação de um protocolo seguro para compartilhamento de imagens de videomonitoramento, dados criminais e relatórios operacionais e de inteligência entre os três estados, garantindo mais agilidade e eficiência nas ações. A iniciativa também prevê o fortalecimento de operações conjuntas em áreas de fronteira e o intercâmbio de conhecimento e a capacitação profissional.

Serviço:

O que: Assinatura do termo de cooperação entre os estados de MT, AC e RO
Quando: Quinta-feira (11.9), às 9h30
Local: Secretaria de Segurança Pública (Sesp-MT) – Centro Político Administrativo, em Cuiabá.

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Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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