A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) e a Polícia Militar de Mato Grosso lamentam o falecimento do coronel da Reserva Remunerada da PMMT, Delwison Sebastião Maia da Cruz, ocorrido neste domingo (20.4), em Cuiabá, aos 52 anos, por complicações de saúde.
Ao longo de seus 32 anos de carreira, ocupou diversas funções, sempre com dedicação e compromisso com a segurança pública. Atualmente, integrava a equipe da Secretaria Adjunta de Integração Operacional (Saiop), da Sesp, em razão de sua ampla experiência em trabalhos integrados, estratégicos e operacionais na área.
O secretário de Segurança Pública, coronel PM César Roveri, prestou condolências aos familiares, amigos e colegas de farda. “Que Deus conforte o coração de todos neste momento de dor. O coronel Cruz se dedicou por muitos anos à Polícia Militar e, mesmo na Reserva Remunerada, seguia contribuindo com a Segurança Pública, trabalhando na Saiop”.
O comandante-geral da PMMT, coronel Cláudio Fernando Carneiro Tinoco, lamenta profundamente a morte do militar e manifesta suas condolências. “Peço a Deus que conceda força aos familiares, aos irmãos de farda e a todos que sofrem com essa perda irreparável”.
Natural de Diamantino, o coronel ingressou nas fileiras da PMMT em fevereiro de 1993, por meio do 2º Curso de Formação de Oficiais (CFO).
Coronel Cruz foi comandante-geral adjunto, comandante-geral adjunto da Corregedoria, coordenador das escolas militares estaduais na Secretaria de Estado de Educação (Seduc) e comandante do 6º Comando Regional, com sede em Cáceres, onde recebeu o título de cidadão cacerense, concedido pela Câmara Municipal.
Também esteve à frente do Batalhão de Trânsito, do 10º BPM, do Regimento Montado (Cavalaria), do Grupo Especial de Fronteira (Gefron) e da Companhia da PM em Lucas do Rio Verde, além de outros cargos administrativos e operacionais.
Ainda não há informações sobre o velório e o sepultamento. A nota será atualizada assim que a informação for divulgada.
O lançamento oficial para a imprensa da FIT Pantanal 2026, maior feira de turismo do Centro-Oeste e Norte do Brasil, realizado na noite desta segunda-feira (4.5), no Sesc Arsenal, em Cuiabá, apresentou um evento maior, mais estruturado e com ambição clara de consolidar o Estado como destino competitivo no cenário nacional e internacional do turismo. O evento conta com o apoio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec).
Marcada para os dias 3 a 7 de junho, no Centro de Eventos do Pantanal, a feira chega a mais uma edição em expansão. Em 2023, foram 45 mil visitantes, depois saltou para 65 mil em 2024 e 70 mil em 2025. Agora, a meta é ultrapassar a marca de 100 mil pessoas, ampliando não só o público, mas também o volume de negócios gerados.
Mais do que uma feira de exposição, a FIT se posiciona como uma plataforma de negócios. Em 2025, o evento movimentou cerca de R$ 35 milhões em negociações e gerou impacto direto em diferentes cadeias, como agricultura familiar, artesanato e gastronomia, setores que, juntos, somaram mais de R$ 1,5 milhão em vendas dentro do evento.
Esse crescimento tem sido sustentado por uma estratégia de ampliação da feira, com mais municípios participantes, maior diversidade de produtos turísticos e fortalecimento da conexão entre quem vende e quem compra turismo.
“A FIT Pantanal vem crescendo a cada edição e, hoje, já se consolidou como o principal evento de turismo do Centro-Oeste e Norte do Brasil. Agora, o desafio é ampliar ainda mais, com mais municípios, mais experiências e um público maior. Este ano, mais de 80 municípios do Estado devem participar da feira”, afirmou o presidente da Fecomércio-MT, José Wenceslau Júnior.
O evento também reforça uma mudança importante no discurso institucional. O turismo deixou de ser tratado apenas como potencial e passou a ser encarado como produto econômico estruturado. A cadeia envolve desde hotéis e restaurantes até pequenos produtores, artesãos e operadores turísticos.
“Quando falamos de turismo, estamos falando de experiências, de sonhos, mas também de oportunidades econômicas para várias áreas. É uma atividade que conecta cultura, gastronomia e negócios e que precisa ser tratada com estratégia”, destacou a secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mayran Beckman.
A edição 2026 terá uma programação mais robusta, com conteúdo técnico, palestras e seminários voltados aos empresários e trabalhadores do setor, incluindo discussões sobre os impactos da reforma tributária no setor. Ao mesmo tempo, mantém o caráter aberto ao público, com experiências culturais e gastronômicas.
A diversidade de Mato Grosso também será um dos principais ativos explorados. A proposta é concentrar, em um único espaço, destinos que vão do Pantanal ao Araguaia, passando pela Amazônia e pelo Cerrado, criando uma vitrine integrada do Estado.
“A FIT reúne tudo o que Mato Grosso tem de mais competitivo. É uma oportunidade de apresentar e comercializar esses destinos para turistas do próprio estado, do Brasil e também do exterior”, afirmou o secretário adjunto de Turismo, Luís Carlos Nigro.
Outro eixo central da feira é a geração de negócios. Para isso, o Sebrae aposta em rodadas comerciais nacionais e estaduais, além da estruturação de novos produtos turísticos para ampliar a presença de Mato Grosso no mercado.
“O turismo é uma cadeia formada majoritariamente por pequenos negócios. Nosso trabalho é estruturar esses produtos e conectar os empresários aos mercados, e a FIT é o principal ambiente para isso acontecer”, explicou a assessora da Diretoria Técnica do Sebrae-MT, Marisbeth Gonçalves.
Entre as novidades desta edição, está o lançamento de novos roteiros, como a Rota dos Primatas, além da ampliação das rodadas de negócios e da participação de operadores de diferentes regiões do país.
Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.