Mato Grosso

Sesp realiza curso de Inteligência em Segurança Orgânica para forças de segurança de 4 Estados

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Mais de 30 policiais do setor de inteligência das forças de Mato Grosso, de mais quatro Estados e federais participam nesta semana da 38ª edição do curso de Segurança Orgânica, realizado pela Secretaria de Segurança Pública (Sesp), em parceria com o Ministério da Justiça e Segurança Pública.

O curso começou nesta segunda-feira (31.3) e segue até sábado (05.4), e faz parte do faz parte do calendário dos Cursos Presenciais de Inteligência em Segurança Pública desenvolvidos pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp).

Para o secretário adjunto de Inteligência (SAI), delegado Valter Furtado, o curso é a oportunidade de ampliar os conhecimentos nas diferentes áreas de atuação da inteligência, aprimorando o enfrentamento às ações criminosas em Mato Grosso.

“É uma oportunidade de ampliar nossos conhecimentos na área de atuação trazendo novos conceitos ações de Inteligência para serem desenvolvidos pela Sesp, no enfrentamento às facções criminosas, que é um dos focos da nossa gestão”, destacou.

Ao todo 40 policiais estão sendo capacitados durante o curso, sendo 33 agentes das forças de segurança em Mato Grosso, dentre elas Polícia Militar, Polícia Civil e Polícia Penal, Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal (PRF), além de policiais dos Estados de Mato Grosso do Sul (2), Goiás (2), Distrito Federal (1) e Paraná (2).

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Também estão participando do treinamento agentes dos setores de Inteligência da Secretaria de Segurança (Sesp), Casa Civil, e Secretaria de Meio Ambiente (Sema), Tribunal de Justiça e Ministério Público.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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