Mato Grosso

Sinfra inicia obras de passagem neste sábado (7) e trânsito funcionará em meia pista

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A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) informa que, neste sábado (7.6), vai iniciar os trabalhos para construção de uma nova passagem de nível da Avenida Miguel Sutil sobre a Rua Desembargador Trigo Loureiro, entre os bairros Araés e Consil, em Cuiabá.

Com o início dos trabalhos, o trânsito no trecho entre o Todimo Lar Center e o viaduto da Avenida do CPA ficará com uma das pistas totalmente bloqueadas, funcionando em fluxo e contrafluxo, ou seja, uma faixa livre para cada lado.

A previsão é que os trabalhos durem em torno de nove meses. Na primeira metade, será realizada a obra na pista sentido Rodoviária – Coxipó. Depois, os trabalhos seguem para o outro lado.

Com o trânsito em meia pista, a Sinfra orienta que os motoristas que utilizam este trecho da Avenida Miguel Sutil procurem rotas alternativas, uma vez que o impacto no trânsito será inevitável.

A construção da passagem de nível na altura da Rua Trigo de Loureiro faz parte das obras do Complexo Viário do Leblon, que incluem uma série de intervenções para resolver gargalos no trânsito do entorno da Trincheira Jurumirim.

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Entenda a obra

A estrutura que seria utilizada para construir a passagem de nível precisará ser totalmente demolida após a identificação de falhas estruturais, que comprometem a segurança da obra. Ela foi feita em 2014 pelo Consórcio VLT e era tida como apta para o uso.

No entanto, assim que os trabalhos foram iniciados e divulgados, o próprio Consórcio VLT enviou um ofício para a Sinfra-MT, alertando que eventuais escavações poderiam comprometer a segurança da pista.

Após o recebimento do ofício, a Sinfra-MT realizou estudos no local que constataram uma série de problemas, como rachaduras no concreto feito em 2014 e que nada poderia ser aproveitado.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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