Economia

Suframa aprova R$ 1,25 bilhão em investimentos e prevê 2.700 novos empregos na Zona Franca de Manaus

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A Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) realizou, nesta quarta-feira (27/8), a 320ª Reunião Ordinária do Conselho de Administração (CAS), por videoconferência. O ministro em exercício do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, presidiu a reunião, que contou com representantes de ministérios, órgãos públicos e entidades de classe. O próximo encontro está previsto para 31 de outubro.

Foram aprovados 56 projetos voltados aos setores industrial, de serviços e agropecuário, que somam R$ 1,25 bilhão em investimentos e preveem a geração de cerca de 2.700 empregos diretos na área incentivada da Zona Franca de Manaus (ZFM) nos próximos anos. Do total, 30 projetos são de implantação, ou seja, mais de 50% das iniciativas representam novos investimentos em fase de instalação na região.

Dos setores industrial e de serviços, são 51 iniciativas, e cinco (5) são voltadas ao Distrito Agropecuário da Suframa (DAS). O subsetor de plásticos teve destaque com 16 propostas, o equivalente a cerca de 30% da pauta, concentrando R$ 280 milhões em investimentos e prevendo a geração de 421 empregos.

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Projetos

• Essilor da Amazônia – Implantação para produção de lentes com tratamento multicamadas e lente orgânica.
R$ 292,8 milhões em investimentos | 158 empregos
• Reicon Condutores Elétricos – Diversificação para fabricação de vergalhão de cobre e fio trefilado.
R$ 137 milhões | 86 empregos
• Vitamedic Indústria Farmacêutica – Implantação para produção de medicamentos sólidos.
R$ 91,2 milhões | 52 empregos
• HAP Logística – Implantação para transporte de cargas, armazenagem e locação de equipamentos.
R$ 31,3 milhões | 45 empregos

Na área agropecuária, os projetos são voltados à implantação de culturas de açaí:

• C. R. Pedrosa Ltda –
R$ 30 milhões em investimentos | 437 empregos
• M. D. de S. Rocha Ltda –
R$ 36 milhões | 482 empregos

SUFRAMA

A autarquia, vinculada ao MDIC, administra a Zona Franca de Manaus há mais de 50 anos, com o objetivo de assegurar a construção do desenvolvimento regional sustentável, aproveitando os recursos naturais com viabilidade econômica e promovendo a melhoria da qualidade de vida da população local.

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A Suframa reforça seu compromisso com o fortalecimento dos polos industrial, comercial e agropecuário, para atrair investimentos e promover inovação e ampliação de oportunidades em toda a área de abrangência da ZFM.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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Economia

Ministério da Fazenda, MDIC e ABGF lançam FGCE e inauguram nova etapa no apoio às exportações

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Os ministérios da Fazenda (MF) e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e a Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantias (ABGF) realizaram nesta sexta-feira (19/6) o lançamento do novo Fundo Garantidor de Operações de Comércio Exterior (FGCE) e anunciaram instituições financeiras habilitadas para operar o instrumento.

 As iniciativas foram anunciadas durante o evento “FGCE – Uma nova etapa no apoio às Exportações Brasileiras”, em São Paulo, que contou com a participação do secretário-executivo da Fazenda, Rogério Ceron, do secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Rodrigo Zerbone, da presidenta da ABGF, Maíra Madrid, além de representantes do governo, do sistema financeiro, entidades empresariais e empresas exportadoras convidadas. 

A iniciativa representa um importante avanço na estrutura de apoio ao financiamento das exportações brasileiras, com a entrada em operação da Modalidade MPME+, solução criada no âmbito do FGCE para ampliar o acesso ao crédito e fortalecer a competitividade de micro, pequenas e médias empresas que atuam no comércio exterior. 

Com o FGCE oficialmente constituído, as empresas passam a contar com um modelo mais moderno, ágil e acessível de apoio financeiro às suas operações de exportação, por meio da rede de instituições credenciadas pela ABGF. 

O novo modelo foi desenvolvido para enfrentar um dos principais desafios das empresas exportadoras brasileiras: o acesso ao crédito. Embora as micro, pequenas e médias empresas representem cerca de 69% das empresas exportadoras do país, elas respondem por aproximadamente 6% do volume financeiro exportado. Com o MPME+, a expectativa é ampliar a participação dessas empresas no comércio exterior brasileiro, aumentando sua capacidade de inserção internacional e crescimento. 

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Entre os principais avanços apresentados está a possibilidade de acesso a crédito com garantia antes da assinatura de um contrato de exportação. Na prática, a medida permite que empresas utilizem linhas de capital de giro e investimento para se preparar para entrar em novos mercados, ampliar capacidade produtiva, adquirir insumos, estruturar operações e atender futuros compradores internacionais com maior previsibilidade. 

O FGCE também amplia significativamente os prazos de apoio às operações de pré-embarque, que passam de 180 para até 720 dias, oferecendo maior segurança para o planejamento financeiro das empresas exportadoras. 

Durante o evento, foram anunciadas as instituições financeiras habilitadas a operar com as garantias do FGCE, ampliando a capilaridade do instrumento e aproximando as soluções de financiamento das empresas em todo o país. 

Por sua natureza de análise por carteira, a Modalidade MPME+ reduz a necessidade de aprovação individual de cada operação, tornando o processo mais escalável e eficiente, reduzindo burocracias e ampliando a oferta de crédito em condições mais competitivas. 

Poderão acessar as garantias do MPME+ empresas com receita operacional bruta anual de até R$ 300 milhões que possuam histórico exportador, observados os critérios de elegibilidade. 

Segundo o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, a iniciativa reforça o compromisso do Governo Federal com o aperfeiçoamento dos instrumentos de crédito e com a criação de condições para que mais empresas brasileiras possam ampliar sua participação no comércio exterior.

“Hoje, com a constituição do FGCE, com o aporte de recursos e com a capilaridade dos bancos privados, nós vamos multiplicar por 15 o apoio à exportação de micro, médias e pequenas empresas. Isso é muito importante para o país, vai dar escala para essas empresas, permitir que elas cresçam, que elas se tornem mais competitivas, que elas inovem. Isso é muito saudável para o país, ajuda a balança comercial, gera emprego, renda, e  reforça a visão de médio a longo prazo de medidas que estamos implementando pelo desenvolvimento estrutural do país”, afirmou.

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Para o secretário-executivo do MDIC, Rodrigo Zerbone, o lançamento do FGCE consolida uma agenda mais ampla de fortalecimento dos instrumentos públicos de apoio às exportações e de ampliação da presença internacional das empresas brasileiras.

“Nosso objetivo é construir um ambiente em que mais empresas brasileiras possam enxergar o comércio exterior como uma estratégia concreta de crescimento. O FGCE faz parte desse esforço de modernização da política de apoio às exportações e amplia a capacidade do país de incorporar micro, pequenas e médias empresas à agenda de internacionalização da economia brasileira”, afirmou.

Segundo a presidenta da ABGF, Maíra Madrid, o lançamento do FGCE representa um marco para o fortalecimento das exportações brasileiras. 

“Estamos criando condições para que mais empresas, de todos os portes, consigam acessar crédito de forma simples, rápida e segura para exportar mais. O FGCE tem potencial de ampliar em mais de 10 vezes o apoio disponível do Seguro de Crédito à Exportação para MPMEs, podendo chegar a 2,2 bilhões de crédito disponível por ano”, afirma. 

Mais informações sobre o evento “FGCE – Uma nova etapa no apoio às Exportações Brasileiras”, sobre o Fundo Garantidor de Operações de Comércio Exterior (FGCE) e instituições financeiras habilitadas estão disponíveis na página da ABGF.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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