Mato Grosso

Suspeito de ameaçar esposa e filho é preso pela Força Tática com três armas e munições

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Policiais militares da Força Tática do 9º Comando Regional prenderam um homem, de 69 anos, pelos crimes de ameaça e porte ilegal de arma, nesta quarta-feira (29.10), em Alta Floresta. O suspeito foi preso em flagrante após ameaçar sua esposa e filho com os objetos. Com ele, foram apreendidas duas espingardas e uma pistola de airsoft.

A equipe da Força Tática foi acionada pelo filho do suspeito, de 49 anos, que denunciou o próprio pai por ameaças contra ele e a mãe. Segundo o relato, o homem estaria armado com uma espingarda e teria efetuado um disparo dentro da residência da família.

Os militares se deslocaram ao local informado e encontraram o suspeito dentro da casa, com a espingarda em mão. Ele foi detido e abordado pela PM, sem apresentar resistência. Além da arma de fogo, os policiais também apreenderam com ele cinco cartuchos de munições de calibre 28.

Questionado sobre as ameaças e se havia outros objetos ilícitos na casa, o homem apenas respondeu que teria mais armas e levou os militares até seu quarto, onde entregou uma espingarda de calibre 5.5 e uma pistola airsoft. Também foram encontradas e apreendidas 21 munições de calibre 22 e a quantia de R$ 1,6 mil em dinheiro.

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Diante da situação, o suspeito recebeu voz de prisão em flagrante e foi conduzido, junto dos objetos apreendidos, para a delegacia da cidade para registro da ocorrência e demais providências que o caso requer.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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