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Syngenta destaca inovações em sementes, proteção de cultivos e nematoides no Show Safra 2026

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Presença de destaque no Show Safra 2026

A Syngenta participa do Show Safra 2026, em Lucas do Rio Verde, uma das principais feiras do setor agrícola brasileiro. Até 27 de março, visitantes podem conferir as soluções da empresa em Proteção de Cultivos e Sementes, incluindo fungicidas, inseticidas, biológicos, híbridos de milho e variedades de soja.

Nesta edição, a companhia também celebra os 20 anos da Dipagro, uma das principais âncoras da rede de revendas SYNAP, que atua fortemente no Centro-Oeste.

Programa de relacionamento Reúno oferece benefícios aos agricultores

Durante o evento, agricultores que visitarem o estande e realizarem negócios terão condições comerciais exclusivas e poderão se cadastrar no Reúno. O programa proporciona um ecossistema completo de serviços, soluções e experiências que visam aumentar produtividade, rentabilidade e fortalecer a relação com os produtores rurais.

Controle completo de nematoides e doenças do solo

Um dos grandes destaques da Syngenta é o lançamento do VICTRATO®, solução para tratamento de sementes que oferece controle abrangente de todas as espécies de nematoides e doenças transmitidas pelo solo, incluindo Fusarium spp., Macrophomina spp. e Sclerotinia spp.

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Segundo dados da Syngenta, em parceria com a Agroconsult e a Sociedade Brasileira de Nematologia, nematoides podem reduzir a produtividade das lavouras em até 25%, gerando prejuízos anuais de até R$ 27,7 bilhões na soja.

O produto utiliza a TYMIRIUM® technology, que garante proteção desde a semente até a planta jovem em culturas como soja, milho e algodão.

Novidades em defensivos químicos e biológicos

O portfólio de proteção inclui o inseticida VERDAVIS®, formulado com a molécula PLINAZOLIN®, com alta persistência e estabilidade, atuando no controle de insetos difíceis como percevejos, tripes e lagartas nos primeiros instares, além da cigarrinha do milho (Daubulus maidis).

O fungicida MITRION® também é destaque, proporcionando controle eficaz da ferrugem-asiática e de manchas foliares, além de atuar contra antracnose e podridão de vagens e grãos.

No campo de biológicos, o bioativador MEGAFOL™️ auxilia na mitigação de estresses ambientais, como altas temperaturas, déficit hídrico ou alagamentos, promovendo crescimento, recuperação e aumento da produtividade.

Portfólio de sementes com alto desempenho

No Show Safra, a Syngenta apresenta híbridos e variedades de soja e milho das marcas NK, Nidera e Golden Harvest, combinando produtividade, estabilidade e resistência a doenças e nematoides.

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Destaques em soja:

  • GH2581I2X e GH2571I2X (Golden Harvest) com alto teto produtivo e resistência a nematoides de cisto;
  • NS8025I2X e NS7224I2X (Nidera) com potencial produtivo, ramificação elevada e proteção contra nematoides.

Destaques em milho:

  • NK509 VIP3 e NK507 VIP3 (Sementes NK) oferecem alta produtividade, estabilidade e tolerância a enfezamentos, garantindo flexibilidade no manejo durante todo o ciclo.
Conclusão

O Show Safra 2026 reforça o compromisso da Syngenta com inovação, sustentabilidade e produtividade. Com soluções avançadas em sementes, proteção de cultivos e manejo de nematoides, a empresa fortalece a competitividade do agronegócio brasileiro, ao mesmo tempo em que celebra marcos importantes, como os 20 anos da Dipagro no Centro-Oeste.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Soja em Mato Grosso se aproxima do limite de expansão e clima preocupa safra 2026/27

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A safra de soja 2026/27 em Mato Grosso pode marcar uma nova fase para o agronegócio brasileiro. Após anos de forte expansão territorial, o principal estado produtor do país dá sinais de que a ampliação da área cultivada está próxima do limite, tornando a produtividade e a eficiência no campo fatores cada vez mais decisivos para sustentar o crescimento da produção.

A avaliação é baseada na primeira projeção divulgada pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), analisada pelo consultor de agronegócio Antonio Prado G. B. Neto. Os números indicam que Mato Grosso deverá cultivar 13,05 milhões de hectares de soja na temporada 2026/27, avanço de apenas 0,25% em relação ao ciclo anterior.

O crescimento é considerado o menor dos últimos anos e reforça uma mudança estrutural no modelo de expansão da oleaginosa no estado. Nas últimas cinco safras, Mato Grosso incorporou aproximadamente 1,57 milhão de hectares ao sistema produtivo. Agora, o aumento da produção tende a depender menos da abertura de novas áreas e mais de investimentos em tecnologia, manejo e construção da fertilidade do solo.

Produtividade deve recuar com maior risco climático

Além da desaceleração da expansão territorial, a projeção do IMEA indica uma redução na produtividade média da soja.

A estimativa para a safra 2026/27 é de 62,44 sacas por hectare, volume 5,43% inferior ao registrado na temporada 2025/26.

A expectativa reflete a crescente preocupação com as condições climáticas para o próximo ciclo agrícola, especialmente diante das previsões de fortalecimento do fenômeno El Niño.

Modelos climáticos internacionais apontam probabilidade superior a 90% para a formação do fenômeno a partir do trimestre entre junho e agosto. Há ainda indicação de aumento do risco de um evento de intensidade forte a muito forte entre outubro de 2026 e fevereiro de 2027.

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Caso esse cenário se confirme, regiões do Centro-Norte brasileiro poderão enfrentar atraso no início das chuvas, períodos mais frequentes de veranicos e impactos sobre o desenvolvimento das lavouras de soja e, principalmente, do milho segunda safra.

Por outro lado, estados da Região Sul tendem a registrar volumes pluviométricos acima da média histórica.

Manejo e fertilidade do solo ganham protagonismo

Diante da possibilidade de um ambiente climático mais desafiador, especialistas destacam que a gestão agronômica será fundamental para reduzir riscos produtivos.

Práticas como correção do solo, construção de perfil, calagem, aprofundamento do sistema radicular e uso mais eficiente dos fertilizantes devem ganhar ainda mais importância na estratégia dos produtores.

A adoção dessas tecnologias pode aumentar a resiliência das lavouras diante de períodos de déficit hídrico e contribuir para preservar o potencial produtivo mesmo em cenários climáticos adversos.

Mercado de soja enfrenta baixa liquidez e preços pressionados

Enquanto as atenções se voltam para a próxima safra, o mercado da soja encerrou o mês de maio com baixa movimentação comercial e preços pressionados.

A comercialização permaneceu abaixo da média histórica, refletindo a cautela dos produtores diante das incertezas do mercado e da volatilidade internacional.

Nos portos brasileiros, os preços da soja ficaram aproximadamente R$ 15 por saca abaixo dos níveis observados no início da safra recorde colhida neste ano, reduzindo a atratividade para novas negociações.

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O cenário é influenciado pela ampla oferta global da oleaginosa, pelo comportamento da demanda internacional e pelas oscilações cambiais.

Milho recua, mas fundamentos seguem favoráveis

O mercado do milho também apresentou desvalorização ao longo de maio.

A pressão veio principalmente do avanço do plantio da safra norte-americana e do início da colheita da segunda safra brasileira, fatores que ampliaram a oferta disponível e contribuíram para a retração dos preços.

No mercado físico, o cereal acumulou queda próxima de R$ 5 por saca no período.

Apesar do recuo recente, os fundamentos do milho continuam considerados positivos por analistas do setor. O crescimento da demanda interna para produção de etanol e para a indústria de rações segue sustentando perspectivas favoráveis para o consumo do grão no Brasil.

Planejamento será decisivo para a próxima temporada

Com juros elevados, fertilizantes mais caros, margens mais apertadas e aumento da volatilidade climática, a safra 2026/27 exigirá dos produtores um nível ainda maior de planejamento e eficiência operacional.

Nesse novo cenário, o sucesso da atividade dependerá cada vez mais da gestão financeira, da construção da fertilidade dos solos, do uso racional dos insumos e da adoção de tecnologias capazes de elevar a produtividade.

A mensagem que emerge das primeiras projeções é clara: o crescimento da produção brasileira de soja não estará mais baseado apenas na expansão da área cultivada, mas principalmente na capacidade do produtor de extrair mais resultados por hectare em um ambiente de risco cada vez maior.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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