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Tecnologia do aplicativo Esteio impulsiona produtividade e lucros em fazendas brasileiras

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Inovação no campo: gestão baseada em dados transforma resultados

A gestão eficiente no agronegócio tem se tornado um diferencial competitivo entre produtores que buscam elevar a produtividade e os lucros. Com essa proposta, o Esteio Gestão Agropecuária vem revolucionando o dia a dia de fazendas em todo o país, ao oferecer uma plataforma completa de controle zootécnico e financeiro.

De acordo com a empresa, entre mil fazendas acompanhadas, o uso do sistema resultou em crescimento de mais de 15% na produção de leite e melhorias expressivas em indicadores como contagem de células somáticas (CCS), contagem padrão em placa (CPP), teor de gordura e proteína.

Tecnologia e vivência no campo: a fórmula do sucesso

Para Gardiego Luiz, CEO e fundador do Esteio, o sucesso da plataforma está em aliar tecnologia de ponta ao conhecimento prático da rotina rural.

“Os produtores que adotam uma gestão profissional conseguem migrar de faixas de baixa rentabilidade para níveis médios e altos. É uma transformação de mentalidade e resultados”, destaca.

Luiz também ressalta que o grande diferencial da empresa é a proximidade com o produtor.

“Temos o maior time de programadores de botina do Brasil, além de veterinários, zootecnistas e agrônomos que conhecem a realidade do campo e transformam tecnologia em soluções práticas.”

Plataforma completa e intuitiva para gestão da fazenda

O aplicativo do Esteio centraliza todas as informações da atividade pecuária — desde o manejo até o controle financeiro e econômico.

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Segundo Ryvia Cruz, analista de negócios da empresa, o sistema foi desenvolvido para ser simples e intuitivo, garantindo o controle total da propriedade.

“O app informa diariamente contas a pagar e receber, animais aptos à inseminação, partos e diagnósticos, além de integrar rotinas como IATF e mudança de lote. A conexão com bastões e balanças eletrônicas agiliza processos e evita erros”, explica.

Com funcionamento online e offline, o aplicativo permite que o produtor registre informações em qualquer lugar e as sincronize assim que houver internet.

“O produtor não precisa mais de bloquinho no bolso. Com o celular, ele anota tudo em tempo real e toma decisões com base em dados”, afirma Lucas Repoles, médico-veterinário e proprietário da Fazenda Estância do Vale.

Atendimento humanizado fortalece a relação com o produtor

Outro diferencial do Esteio é o atendimento personalizado, voltado para as necessidades do público rural.

Segundo Maurício Trindade, gestor comercial da empresa, o contato direto com profissionais que entendem o campo faz toda a diferença.

“O público do agro gosta de falar com gente de verdade, que vive o campo e entende sua rotina”, enfatiza.

Com sede em Viçosa (MG) — cidade reconhecida pela Universidade Federal de Viçosa (UFV) e pela Univiçosa —, o Esteio mantém forte vínculo com o meio acadêmico, o que contribui para a constante qualificação do seu time técnico.

“O cliente é acompanhado por um suporte que entende do assunto e fala a língua do campo, com empatia e conhecimento prático”, reforça Trindade.

A empresa realiza o atendimento via WhatsApp, ligações, áudios e videochamadas, garantindo suporte ágil e acessível, prestado por profissionais que conhecem os desafios da vida no campo.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Feijão carioca mantém preços firmes com escassez de qualidade, enquanto feijão preto segue em queda no mercado

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Escassez de qualidade sustenta valorização do feijão carioca

O mercado do feijão carioca segue marcado por uma escassez estrutural de grãos de alta qualidade, especialmente nas principais regiões produtoras como Minas Gerais, Goiás, Paraná e São Paulo.

A oferta de lotes com padrão elevado — notas 9 e 9,5 — permanece extremamente limitada, mantendo os prêmios valorizados. A indústria, por sua vez, mantém forte seletividade, priorizando grãos com melhor peneira, ausência de manchas e maior estabilidade de cor.

Segundo o analista da Safras & Mercado, Evandro Oliveira, esse cenário tem direcionado a demanda para padrões intermediários:

“O prêmio de qualidade permanece elevado e a migração da demanda para padrões 8 e 8,5 ficou ainda mais evidente.”

Preços firmes no atacado, mas negócios seguem pontuais

No atacado paulista, os preços do feijão carioca permaneceram firmes ao longo da semana, refletindo a restrição de oferta.

  • Feijão extra: entre R$ 365 e R$ 390/sc CIF São Paulo
  • Negócios recorrentes: entre R$ 370 e R$ 380/sc
  • Nota 8,5: entre R$ 340 e R$ 350/sc
  • Nota 8: entre R$ 315 e R$ 330/sc

Apesar da sustentação nos preços, grande parte das negociações ocorreu fora do ambiente formal, por meio de amostras e embarques programados, indicando menor liquidez no mercado físico tradicional.

Tentativas de valorização adicional encontraram resistência:

“Avanços para R$ 360 nos lotes 8,5 foram ignorados pelos compradores”, destaca o analista.

Mercado opera com baixa liquidez e compras defensivas

A semana foi marcada por um “vazio operacional”, com ausência de compradores na bolsa e poucos negócios formalizados. Pregões esvaziados e redução de cargas expostas evidenciaram a desaceleração nas negociações.

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As empacotadoras seguem com postura cautelosa, adquirindo apenas volumes necessários para reposição imediata, sem formação de estoques.

“A atuação é defensiva, com compras pontuais e foco no curto prazo”, afirma Oliveira.

Alta no campo reforça pressão sobre preços

No mercado de origem (FOB), os preços do feijão carioca registraram valorização consistente, refletindo a baixa disponibilidade e problemas produtivos.

  • Interior de São Paulo: R$ 362 a R$ 364/sc (extra nota 9+)
  • Sul do Paraná: R$ 334 a R$ 336/sc
  • Campos de Cima da Serra (RS): R$ 305 a R$ 307/sc

A pressão altista está diretamente ligada à redução de área plantada e quebra de safra, especialmente no Paraná.

Feijão preto segue sem reação e ainda busca piso de preços

Em contraste, o mercado do feijão preto continua sem reação, marcado por demanda fraca e excesso relativo de oferta.

Mesmo com sucessivas quedas nas cotações, o consumo não apresenta sinais de recuperação, o que mantém o mercado travado.

“O problema deixou de ser preço e passou a ser ausência de necessidade de compra”, avalia o analista.

Excesso de oferta e qualidade heterogênea pressionam preços

A disponibilidade de produto, incluindo estoques de safras anteriores, segue elevada, com grande variação de qualidade entre os lotes.

  • Feijão preto comercial: R$ 190 a R$ 225/sc CIF São Paulo
  • Qualidade inferior: R$ 150 a R$ 180/sc
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Essa dispersão amplia a concorrência entre vendedores e dificulta a formação de um piso consistente de preços.

Mercado de origem mantém viés de baixa

No FOB, os preços seguiram em queda ao longo da semana:

  • Interior de São Paulo: R$ 181 a R$ 183/sc
  • Sul do Paraná: R$ 160 a R$ 162/sc
  • Oeste de Santa Catarina: R$ 161 a R$ 163/sc

Mesmo com ajustes, a demanda permanece retraída, reforçando o cenário de indefinição.

Perspectivas: oferta sustenta carioca, consumo limita mercado

O cenário atual evidencia dinâmicas distintas entre os dois tipos de feijão:

  • Carioca: viés altista sustentado pela escassez de qualidade, mas limitado pela demanda
  • Preto: pressão baixista devido ao excesso de oferta e consumo enfraquecido

Segundo o analista, o comportamento do mercado indica uma mudança estrutural:

“O mercado físico está cada vez mais condicionado à capacidade real de consumo, e não apenas à oferta.”

O mercado do feijão brasileiro segue dividido entre fundamentos de oferta e limitações de demanda. Enquanto o feijão carioca mantém preços firmes com base na escassez, o feijão preto enfrenta dificuldades para reagir, evidenciando a importância do consumo na formação de preços no curto prazo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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