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TodoJud: Saiba como baixar e usar o aplicativo do Tribunal de Justiça de Mato Grosso

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Na imagem, um celular branco exibe um logo dourado que lembra uma balança da justiça. Ao lado, em azul e dourado, lê-se Você já baixou o aplicativo TodoJud?

A principal plataforma digital de serviços do Judiciário de Mato Grosso reúne funcionalidades importantes, tanto para operadores do Direito (advogados, promotores, procuradores, defensores públicos), quanto para cidadãos que utilizam os serviços judiciais.

Confira o tutorial que mostra como baixar o aplicativo e ter acesso aos principais serviços do Poder Judiciário de Mato Grosso de forma simples, rápida e totalmente gratuita:

– Para aparelhos celulares com sistema operacional Android, acesse o Google Play e pesquise por TodoJud

– Se seu celular for Iphone, abra o Apple Store e digite TodoJud na barra de busca

– Selecione o ícone oficial do aplicativo, faça a instalação e comece a utilizar as funcionalidades do Judiciário direto no seu celular.

Em caso de dúvidas, o suporte do TJMT está disponível pelo telefone (65) 3617-3900.

Assista ao vídeo-tutorial no canal do TJMT no YouTube.

Benefícios

Acessível tanto para cidadãos comuns, quanto para operadores do Direito, com o TodoJud você tem acesso fácil e rápido a serviços como pauta de julgamento, consulta de processos, notificações em tempo real e muito mais!

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Para os advogados, ele traz vantagens importantes, como acessar informações de processos judiciais que tramitam em segredo de justiça. Além disso, toda a lista de processos favoritos e demais informações que estavam salvas no ClickJud é transferida automaticamente quando o advogado faz login no TodoJud.

Uma novidade do aplicativo é o Resumo Inteligente. Ao clicar, o usuário visualiza um texto em linguagem simples, com os principais detalhes do processo judicial, pensado especialmente para facilitar a compreensão do cidadão.

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Três motivos para baixar o TodoJud agora

Celly Silva/Luana Daubian

Autor: Celly Silva

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Presidente do TJMT manifesta solidariedade à família de juíza do Rio Grande do Sul

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“O respeito à dignidade humana deve prevalecer em qualquer debate público, inclusive quando se trata de instituições. A crítica é legítima e necessária em uma sociedade democrática, mas ela não pode ultrapassar os limites da sensibilidade e do respeito à memória de uma jovem magistrada que teve sua trajetória interrompida de forma tão precoce. Transformar um momento de dor em instrumento de provocação causa indignação e aprofunda o sofrimento de familiares, amigos e colegas de profissão. É preciso preservar a humanidade acima de qualquer divergência”, afirmou o presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador José Zuquim Nogueira, ao endossar o posicionamento do Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE).
O Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE) vem a público para manifestar irrestrita solidariedade à família da Juíza Mariana Francisco Ferreira, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, falecida na última quarta-feira, aos 34 anos, após coleta de óvulos para realização de reprodução assistida.
Lamenta, profundamente, que a indizível dor da família de Mariana tenha sido agravada em razão da falta de empatia, cuidado e respeito por parte do Jornal Folha de S. Paulo, representada por charge assinada, na edição deste sábado (09/05/2026), por Marília Marz.
O CONSEPRE louva o debate público, o controle social sobre as instituições e as liberdades de expressão e de imprensa, por reputá-las imprescindíveis aos regimes democrático e republicano: nenhuma democracia subsiste sem imprensa livre e sem espaço legítimo para crítica institucional.
Tais pilares, entretanto, não podem ser dissociados dos deveres mínimos de civilidade e respeito à dignidade humana. A crítica institucional jamais pode servir de instrumento para banalizar a morte, ridicularizar a dor humana ou desconsiderar o sofrimento de familiares, amigos e colegas profundamente abalados pela perda de uma vida.
A publicação da Folha de S. Paulo ultrapassa os limites do debate público legítimo ao recorrer a uma representação que, além de desrespeitosa, contribui para a crescente desumanização da magistratura brasileira, tratando com insensibilidade um momento de luto e consternação.
Torna-se, ainda, mais grave ao atingir a imagem de uma mulher magistrada recém-falecida, reproduzindo simbolicamente práticas de violência de gênero, incompatíveis com os avanços institucionais e sociais voltados à proteção da dignidade da mulher e ao enfrentamento de toda forma de violência ou discriminação.
Diante disso, o CONSEPRE reafirma sua solidariedade à família de Mariana e a toda a magistratura gaúcha, e espera que a degradação do debate público não persista em romper limites éticos de humanidade e respeito.

Autor: Flávia Borges

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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