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Tradings mantêm compras de arroz a R$ 62 e impulsionam escoamento da safra passada

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Exportações seguem firmes e sustentam ritmo do mercado de arroz

O mercado de arroz em casca segue com bom ritmo de comercialização, impulsionado pelas compras contínuas das tradings para exportação. Segundo a Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), os negócios estão sendo fechados com valores em torno de R$ 62,00 por saca de 50 quilos, o que contribui para o escoamento da safra anterior e ajuda a manter o fluxo comercial ativo no setor.

A entidade destaca que o movimento tem sido essencial neste período de transição entre safras, evitando o acúmulo de estoques e garantindo liquidez aos produtores.

Federarroz destaca continuidade das compras pelas tradings

De acordo com a Federarroz, as tradings têm mantido uma presença constante no mercado, sem interrupções nas aquisições. O presidente da federação, Denis Dias Nunes, reforça que a atuação firme dessas empresas tem sido determinante para o equilíbrio da oferta e demanda.

“As tradings não pararam de comprar”, afirma Nunes.

O dirigente observa que, com a abertura da colheita, as tradings já iniciam novas compras com valores acima dos praticados nos mercados tradicionais, o que fortalece a confiança dos produtores e favorece o escoamento do arroz remanescente da safra anterior.

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Impactos positivos para o setor e expectativa para nova safra

A continuidade das exportações tem proporcionado estabilidade nos preços e dinamismo nas negociações internas, fatores considerados essenciais para a sustentação da renda dos arrozeiros.

Segundo a Federarroz, o cenário atual é positivo para o setor, pois as vendas externas ajudam a equilibrar o mercado doméstico, absorvendo parte da oferta excedente e abrindo espaço para a entrada da nova safra.

Com a manutenção do ritmo de compras e os preços próximos de R$ 62 por saca, o setor do arroz entra na nova temporada com melhores condições de comercialização e perspectivas de continuidade no fluxo de exportação.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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