Mato Grosso

Traficantes que atuavam na modalidade delivery são presos com grande quantidade de drogas

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Dois homens flagrados com grande quantidade de entorpecentes, entre maconha e pasta base de cocaína, foram presos em flagrante pela Polícia Civil, neste domingo (16.06), por policiais da Delegacia de Tangará da Serra.

Os suspeitos de 26 e 35 anos atuavam com a venda de entorpecentes na modalidade “delivery” e foram autuados em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico. Um casal foi conduzido e responderá a Termo Circunstanciado de ocorrência por uso de drogas.

A ação integra os trabalhos da Operação Erma Omnes, deflagrada pela Diretoria da Polícia Civil para o combate da atuação de organizações criminosas em todo estado de Mato Grosso.

As diligências iniciaram após a equipe de Divisão de Repressão a Entorpecentes da Delegacia de Tangará da Serra receber informações sobre uma entrega de drogas em um quarto de motel na cidade.

Com base nas informações, os policiais foram até o local, onde confirmaram que um homem em uma motocicleta havia feito uma entrega em um dos quartos, sendo posteriormente constatado se tratar de porções de cocaína.

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Durante levantamento de informações, os policiais conseguiram identificar que o responsável pela entrega era um traficante conhecido da polícia, com diversas passagens anteriores por crime de tráfico de drogas.

Em continuidade às diligências , a equipe seguiu para o endereço do suspeito, em uma quitinete no bairro Morada do Sol, onde nas proximidades encontraram a motocicleta utilizada pelo suspeito para entrega do entorpecente.

Na quitinete, foram encontradas diversas porções de entorpecentes, entre elas nove tabletes e 15 pedras de pasta base, 13 porções de cocaína, 13 tabletes de maconha e outras porções menores da droga, além de balança de precisão, caderno com anotações do comércio ilícito e dinheiro trocado característico da atividade do tráfico de drogas.

Todo material ilícito encontrado na residência foi apreendido. O traficante responsável pela entrega e o seu comparsa localizada na residência foram conduzidos à Delegacia de Tangará da Serra, onde após serem interrogados foram autuados em flagrante por tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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