Mato Grosso

TRE-MT fortalece parceria com a Polícia Federal

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O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) irá sediar o Seminário Longa Manus, encontro da Polícia Federal que reunirá autoridades e especialistas para tratar de cooperação internacional.  O evento será no dia 17 de setembro, no auditório da Casa da Democracia.  

A presidente do TRE-MT, desembargadora Serly Marcondes Alves, destacou a importância da iniciativa.  “Parcerias como essa fortalecem a atuação das instituições públicas, otimizam os recursos disponíveis e geram benefícios diretos à sociedade. A Justiça Eleitoral, ao abrir suas portas para iniciativas de interesse coletivo, reafirma seu papel como parceira e protagonista na construção de um serviço público mais eficiente e integrado”. 

Além de ceder o auditório, o TRE-MT dará suporte logístico ao evento da Polícia Federal, disponibilizando móveis, sistema de som, gravação, transmissão e estrutura de treliças, garantindo a plena execução da programação. 

O uso do auditório da Casa da Democracia por outros órgãos públicos é recorrente. O espaço oferece infraestrutura completa para grandes eventos, com recepção, banheiros e duas salas de treinamento da Escola Judiciária Eleitoral (EJE). Já sediou palestras, seminários, congressos e capacitações organizados por diferentes instituições, consolidando-se como um ambiente de referência para encontros institucionais em Mato Grosso. 

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A realização do Seminário Longa Manus em parceria com o TRE-MT também reforça o compromisso da Polícia Federal em promover o diálogo entre as esferas de segurança e justiça, ampliando as possibilidades de cooperação técnica e operacional. A expectativa é que o evento contribua para a troca de experiências e o fortalecimento de redes interinstitucionais voltadas ao combate ao crime transnacional. 

O nome do seminário, Longa Manus, significa “mãos estendidas” em latim, simbolizando a união de esforços como elemento essencial para a ampliação e o fortalecimento das ações desempenhadas pelas instituições participantes. 

Jornalista: Andréa Martins Oliveira

#DescriçãodaImagem: servidores do TRE-MT e integrantes da Polícia Federal se reúnem no auditório da Casa da Democracia para alinhar detalhes do Seminário Longa Manus. Na cena, cinco pessoas estão em pé, próximas às poltronas do auditório, dialogando sobre a organização do evento.

Fonte: TRE – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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