Mato Grosso

TRE-MT participa da edição 2025 do Encontro Nacional das Secretarias Judiciárias

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A Justiça Eleitoral de Mato Grosso marcou presença no Encontro Nacional das Secretarias Judiciárias (NJS) 2025, realizado nesta quinta (6) e sexta-feira (7), no auditório III do edifício-sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília. A proposta do evento foi discutir questões voltadas à inovação e à consolidação de práticas cartorárias. 

O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) foi representado pelo secretário Judiciário Carlos Luanga Ribeiro Lima e pelo coordenador de Apoio ao Pleno, Acórdão e Resoluções, Isaqueu Maia Nascimento. O encontro ainda reuniu dois servidores de TRE’s e outros representantes do TSE. 

“O evento serviu para fortalecer o trabalho das Secretarias Judiciárias e garantir a transparência e a padronização de práticas voltadas às eleições de 2026. Esse encontro é fundamental para aprofundar as ações de preparação, tecnologia e cooperação entre os tribunais para assegurar a eficiência nos trabalhos”, declarou o Carlos Luanga. 

A programação geral teve início com a apresentação do painel da Secretaria Judiciária do TSE e contou com a exposição de novas propostas inovadores nos sistemas de condenações, de contas e de candidaturas. Também foram apresentados projetos sobre padronização de dados, o uso de ferramentas com Inteligência Artificial e a nova estrutura do Diário de Justiça eletrônico (DJe).  

Além disso, o evento incluiu o mapeamento de evoluções e novas estratégias para as Eleições Gerais de 2026. 

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Estagiária: Laís Guilherme (supervisão do jornalista Anderson Pinho) 

#PraTodosVerem: A imagem principal mostra o auditório do TSE onde foi realizado o Encontro Nacional de Secretarias Judiciárias, com participantes sentados em fileiras de poltronas vermelhas, muitos vestindo trajes sociais. No palco, à frente, há uma mesa com pessoas e um telão em branco acima, além de uma placa com texto e o símbolo da bandeira do Brasil. No canto esquerdo, há uma foto menor em destaque em que aparecem os dois servidores do TRE-MT, participantes do evento. Eles estão em pé, sorrindo e usando ternos, ao lado de um painel vertical. Ao final, há uma galeria de imagens.

1/ Galeria de imagens

Fonte: TRE – MT

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Mato Grosso

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

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Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

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Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

Fonte: Governo MT – MT

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