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Turismo rural cresce no Brasil e movimenta economia com experiências autênticas

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Turismo rural em expansão

O turismo rural tem se consolidado como um segmento em crescimento no Brasil, contribuindo para o desenvolvimento econômico e sustentável de diversas regiões. No último ano, o país recebeu mais de 6,6 milhões de turistas, registrando um aumento de 12,6% em relação ao período anterior, com receitas superiores a US$ 6,6 bilhões e a geração de aproximadamente 190 mil empregos formais.

A tendência é que o setor continue se expandindo em 2026, promovendo experiências autênticas em contato com a natureza e fortalecendo comunidades locais.

Experiências autênticas e segurança do turista

Segundo Hugo Reichenbach, sócio e diretor de operações da Real Seguro Viagem, o turismo rural conecta os visitantes às tradições locais e à vida no campo.

“O turismo rural é uma ferramenta poderosa para fortalecer comunidades locais, preservar tradições e conectar os viajantes à cultura e à natureza”, afirma.

Atividades típicas do setor, como trilhas, cavalgadas e vivências da rotina rural, exigem atenção especial à segurança. Por isso, a contratação de seguro viagem é recomendada, mesmo em deslocamentos mais próximos de centros urbanos.

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Crescente procura por seguro viagem

A procura por proteção em turismo rural tem aumentado significativamente, segundo a plataforma da Real Seguro Viagem. O seguro oferece assistência médica e hospitalar, cobertura para acidentes, extravio de bagagem e imprevistos, além de opções para cancelamento de viagem, reembolso por atrasos e translados de emergência.

“Essas viagens frequentemente envolvem áreas remotas e atividades de maior risco. O seguro garante suporte em situações inesperadas, proporcionando segurança tanto para turistas quanto para produtores rurais”, explica Reichenbach.

Destinos preferidos e impacto econômico

Estados como Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul se destacam como destinos de turismo rural, oferecendo experiências que vão desde a vivência no campo até o turismo de imersão em comunidades locais. O crescimento no número de visitantes e a profissionalização do setor reforçam a importância de medidas de segurança para garantir experiências positivas e seguras.

“O seguro viagem é um elemento essencial para o crescimento do turismo rural no Brasil e para que os turistas aproveitem o melhor do campo com tranquilidade”, conclui Reichenbach.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Produção de suínos cresce 50% e abre espaço para novos investimentos

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A suinocultura de Mato Grosso do Sul cresceu aproximadamente 50% nos últimos três anos e já alcança cerca de 3,6 milhões de animais abatidos por ano. A expansão, que coloca o Estado entre os principais polos emergentes da atividade no País, estará no centro das discussões do VIII Fórum de Desenvolvimento da Suinocultura de Mato Grosso do Sul, marcado para 17 de setembro, em Dourados (a cerca de 240km da capital, Campo Grande).

O avanço ocorre em uma região que até poucos anos atrás tinha participação bem menor na produção nacional de carne suína. Mato Grosso do Sul passou a ocupar a quinta posição no ranking brasileiro de abates, atrás de Estados com tradição muito mais antiga na atividade, como Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul e Minas Gerais.

Parte dessa expansão está associada à disponibilidade de milho e soja, principais componentes da alimentação dos animais e responsáveis pela maior parcela do custo de produção. A proximidade entre as granjas e as regiões produtoras de grãos reduz distâncias no abastecimento de ração e cria condições para a instalação de novas unidades produtivas e industriais.

Outro fator é o crescimento do número de matrizes. Em 2026, mais de 111,5 mil matrizes já estavam cadastradas no Programa Leitão Vida, política estadual de incentivo à produção. Até o início de junho, 272 estabelecimentos participavam do programa.

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No mesmo período, 1,63 milhão de suínos haviam sido abatidos dentro do programa e os incentivos concedidos aos produtores superavam R$ 45 milhões. A atividade também acumulou aproximadamente R$ 1,7 bilhão em cartas-consulta aprovadas pelo Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) nos últimos sete anos.

A política de incentivo passou ainda por mudanças. O novo protocolo do Leitão Vida ampliou as exigências relacionadas à biossegurança, bem-estar animal, rastreabilidade, sustentabilidade e utilização de tecnologias nas propriedades.

Dos 272 estabelecimentos participantes neste ano, 239 já haviam migrado para o novo sistema de conformidade. A intenção é atrelar parte dos incentivos não apenas ao volume produzido, mas também ao cumprimento de padrões técnicos, sanitários e ambientais.

Para o produtor, essa mudança ganha importância porque a expansão da atividade depende cada vez mais do acesso a mercados exigentes. Sanidade, rastreabilidade e biossegurança deixaram de ser apenas questões internas das granjas e passaram a influenciar diretamente a capacidade de frigoríficos e produtores alcançarem novos compradores.

Mato Grosso do Sul também ampliou sua estrutura industrial. Unidades instaladas no Estado vêm aumentando a capacidade de abate, movimento necessário para acompanhar o crescimento das granjas e evitar um desequilíbrio entre a oferta de animais e a capacidade de processamento.

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A expansão da suinocultura cria ainda uma demanda adicional para a agricultura estadual. Cada aumento no alojamento de animais significa maior consumo de milho e farelo de soja, estabelecendo uma relação direta entre o crescimento das granjas e o mercado regional de grãos.

Esse movimento pode ser especialmente importante para regiões com grande produção de milho segunda safra. A instalação de unidades de produção animal permite transformar parte do grão dentro do próprio Estado em proteína de maior valor agregado, reduzindo a necessidade de transportar toda a produção agrícola por longas distâncias até outros centros consumidores.

O crescimento, entretanto, exige investimentos elevados. Construção e modernização de granjas, climatização, tratamento de dejetos, biossegurança, armazenagem de ração e adequações ambientais aumentam a necessidade de capital e tornam a expansão dependente de planejamento financeiro e acesso ao crédito.

Consolidado como um dos principais encontros da suinocultura no Centro-Oeste, o Fórum ocorre justamente quando Mato Grosso do Sul tenta transformar o forte crescimento dos últimos anos em uma cadeia maior, mais tecnificada e com maior participação nos mercados nacional e internacional.

Serviço

VIII Fórum de Desenvolvimento da Suinocultura de Mato Grosso do Sul
Data: 17 de setembro de 2026
Horário: 7h às 18h
Local: Unigran – Dourados (MS)

Fonte: Pensar Agro

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