Economia

“Um gol de placa”, diz Alckmin sobre novas regras para carteira de motorista

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O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, destacou nesta terça-feira (09/12) que a nova resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) que simplifica e reduz custos para a obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) é mais uma ação estratégica do governo federal para impulsionar a economia e melhorar a vida dos brasileiros.

A medida, aprovada por unanimidade na semana passada pelo Contran, simplifica etapas, retira a obrigatoriedade de passar por autoescola para fazer a prova de direção, amplia formas de preparação do candidato e reduz em até 80% o custo total da carteira de motorista. 

“Um gol de placa. A CNH tem que ser um certificado de habilidade e não um impedimento à mobilidade. Quem pode pagar R$ 4 mil, R$ 5 mil? Um grande passo que estamos dando”, ressaltou Alckmin sobre a medida que vai beneficiar milhões de brasileiros, atualmente excluídos pelo alto preço e pela burocracia.

“É uma medida de alto interesse público, simplificadora, reduzidora de custos e beneficiando a sociedade e quem precisa”, completou o ministro do MDIC durante a cerimônia no Palácio do Planalto.

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Segundo informações da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) do Ministério dos Transportes, 20 milhões de brasileiros dirigem sem habilitação e mais 30 milhões têm idade para ter a CNH, mas não possuem o documento, principalmente por não conseguirem arcar com os custos, que podem chegar a até R$ 5 mil.

Saiba mais sobre as novas regras para carteira de motorista

Desburocratização

Alckmin também ressaltou que a resolução está em linha com outras medidas de desburocratização que o governo federal tem adotado. Como exemplo, ele citou a decisão que zerou a taxa no Inmetro para a revalidação do taxímetro. “Precisava ser todo ano, agora vai ser de dois em dois anos e taxa zero”, explicou.

“A venda de frango para a Europa, presidente, era papel, atrasava, e era R$ 166 por guia. Hoje, é certificado de origem digital, não tem mais taxa nenhuma”, destacou Alckmin, que também destacou o Portal Único, que vai reduzir R$ 40 bilhões em custos, e a Licença Flex, que tem validade de quatro anos.

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Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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Economia

Faltam 5 dias para o encerramento da consulta pública do MDIC sobre produtos sustentáveis no Acordo Mercosul-UE

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O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), por meio da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), informa que a consulta pública que reúne contribuições para a elaboração de uma lista de produtos do Mercosul que contribuam para a conservação, recuperação, utilização e gestão sustentáveis das florestas e de outros ecossistemas vulneráveis entra em sua reta final. As manifestações podem ser enviadas até 2 de setembro de 2026.

A participação do setor produtivo, da academia, da sociedade civil e de outros segmentos é importante para identificar produtos da sociobiodiversidade e cadeias produtivas brasileiras que possam contribuir para os objetivos estabelecidos no Acordo de Livre Comércio entre o Mercosul e a União Europeia.

Os produtos que forem incluídos na lista poderão ter acesso preferencial ou adicional ao mercado da União Europeia, além de outros incentivos destinados à promoção de seu comércio. A consulta pública representa uma oportunidade para que a sociedade identifique produtos e cadeias produtivas que, por seus atributos de sustentabilidade, possam ampliar ainda mais os benefícios comerciais previstos no acordo.

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Oportunidade para o setor produtivo

Acesso ao mercado europeu: empresas, entidades e representantes de cadeias produtivas podem indicar produtos com potencial para integrar a lista prevista no acordo e acessar possíveis benefícios comerciais adicionais.

Valorização de produtos sustentáveis: as contribuições ajudam a identificar produtos da sociobiodiversidade e cadeias produtivas que associem produção e sustentabilidade e possam ganhar maior espaço no comércio com a União Europeia.

Participação na implementação do acordo: as manifestações contribuem para a construção da lista de produtos prevista no Acordo Mercosul-UE.

Como participar

As contribuições devem ser encaminhadas até 2 de setembro de 2026 pela plataforma oficial Brasil Participativo. A consulta pública é aberta ao setor produtivo, à academia, à sociedade civil e demais interessados.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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