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UPL Brasil neutraliza 100% das emissões de GEE e se consolida líder em sustentabilidade no agro

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A UPL Brasil, subsidiária do Grupo UPL, tornou-se a primeira multinacional do setor agrícola no país a neutralizar integralmente suas emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) dos Escopos 1 e 2 referentes ao ano de 2024. A iniciativa reafirma o compromisso da empresa com a sustentabilidade e a bioeconomia no agronegócio brasileiro.

Investimento em créditos de carbono de alta integridade

O resultado foi alcançado com a aquisição de 2.464 créditos de carbono provenientes de projetos de conservação florestal na Amazônia:

  • Projeto Cristalino: certificado pela Social Carbon, seguindo a metodologia SCM003
  • Projeto ABC Norte REDD+: certificado pela Verra, segundo a metodologia VM0015

Ambos os projetos possuem reconhecimento internacional e promovem a conservação da biodiversidade, o apoio às comunidades tradicionais e o fortalecimento da floresta preservada.

Programa de descarbonização da UPL Brasil

Segundo Rogério Castro, CEO da UPL Brasil, a neutralização das emissões faz parte de um programa iniciado em 2022, que integra ações de redução, compensação e práticas regenerativas:

“Neutralizar é apenas parte do caminho. Nosso compromisso é ampliar práticas de baixo carbono e inovação que transforma o agro brasileiro”, afirma Castro.

A empresa também desenvolve iniciativas de agricultura regenerativa e tecnologias de baixo carbono, incluindo parcerias com a Embrapa no programa Soja Baixo Carbono e seu próprio programa de carbono para grãos no Brasil.

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Impacto socioambiental e fortalecimento do mercado de carbono

A curadoria e seleção dos projetos foram realizadas pela consultoria Agrotema, garantindo a integridade socioambiental dos créditos de carbono.

Castro destaca ainda a relevância de projetos bem estruturados para consolidar o mercado voluntário de carbono no Brasil e assegurar que os investimentos beneficiem comunidades que protegem a floresta:

“Estamos mostrando ao mundo que o agro brasileiro é parte ativa da solução climática e pode alimentar o mundo de forma sustentável.”

Sustentabilidade em evidência com a COP30

A neutralização completa das emissões de 2024 ganha ainda mais importância com a proximidade da COP30, que será realizada em Belém, no coração da Amazônia. A UPL reforça sua posição de liderança na sustentabilidade e inovação no setor agro, consolidando sua atuação no combate às mudanças climáticas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações do agro atingem R$ 29,6 bilhões o primeiro quadrimestre

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As exportações do agronegócio de Minas Gerais alcançaram R$ 29,6 bilhões no primeiro quadrimestre deste ano, consolidando o estado como o terceiro maior exportador do setor no País, com uma fatia de 10,6% de toda a receita cambial da agropecuária nacional.

Entre janeiro e abril, as fazendas e agroindústrias mineiras embarcaram 4,8 milhões de toneladas de produtos. De acordo com o balanço oficial da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), o resultado reafirma a robustez do campo mineiro e a ampla inserção global do estado, que conseguiu acessar mais de 160 países com uma cesta diversificada de 500 produtos diferentes.

O grande destaque positivo do período ficou com o segmento de carnes, que despontou como o principal vetor de crescimento ao faturar R$ 2,94 bilhões com o envio de 160 mil toneladas ao exterior. O avanço de 8,2% na receita das proteínas foi impulsionado pela valorização da carne bovina no mercado internacional. A expansão das carnes e o desempenho favorável de setores como sementes, algodão, papel, frutas e bebidas comprovam que o estado avança na diversificação de sua pauta, criando defesas contra as oscilações de preços das commodities tradicionais.

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A escala exportadora confere ao estado a liderança isolada em mercados de nicho e produtos de alto valor agregado. O agronegócio mineiro responde atualmente por 71% de todas as exportações brasileiras de café, além de deter 30,5% das vendas externas de produtos apícolas, 20,4% de lácteos, 12,8% de rações para animais e 11,9% de produtos hortícolas, leguminosas e tubérculos. Essa capilaridade garante receita estável ao produtor e mantém o interior do estado dinâmico economicamente.

No mapeamento dos destinos internacionais, a União Europeia manteve a posição de principal parceiro comercial das frentes agrícolas mineiras, absorvendo R$ 8,67 bilhões, o equivalente a 29,6% da pauta total do quadrimestre. Embora o café represente a quase totalidade das compras do bloco, os produtos florestais registraram um salto de 42,8% e os embarques de carnes mais do que dobraram para o mercado europeu.

Já os países do Mercosul movimentaram R$ 418,2 milhões, registrando uma expansão de 10,1% no volume físico importado. A Argentina liderou as compras intrabloco com 63,2% de participação, absorvendo uma cesta diversificada de produtos de consumo como chocolates, lácteos e alimentos processados.

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O balanço do quadrimestre absorveu as acomodações de preços e volumes nas cadeias de maior peso, que registraram faturamentos expressivos apesar das bases comparativas elevadas do ano anterior. O café gerou uma receita de R$ 16,32 bilhões com o embarque de 7,4 milhões de sacas, enquanto o complexo soja garantiu a vice-liderança da pauta com R$ 5,81 bilhões injetados na economia mineira a partir do comércio de 2,71 milhões de toneladas. O complexo sucroalcooleiro complementou a receita externa do estado com R$ 1,37 bilhão faturados no período, consolidando o agronegócio como o principal motor produtivo do estado no comércio global.

Fonte: Pensar Agro

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