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Azeite de oliva do Rio Grande do Sul ganha destaque no South Summit Brazil 2026

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O azeite de oliva produzido no Rio Grande do Sul será um dos protagonistas das agendas institucionais do South Summit Brazil 2026, em Porto Alegre. Os produtos certificados com o Selo Produtos Premium – Origem e Qualidade RS estarão presentes em coquetéis oficiais, conectando o agronegócio gaúcho ao ambiente de inovação e negócios.

Azeites Premium RS serão servidos em eventos oficiais

Os azeites selecionados integrarão o coquetel de boas-vindas promovido pelo governador Eduardo Leite, realizado no Palácio Piratini, além de dois coquetéis organizados nos barcos do evento.

A iniciativa busca valorizar produtos de alta qualidade e promover a imagem do setor olivícola gaúcho em um ambiente estratégico, com presença de investidores, empresas e lideranças.

Parceria fortalece conexão entre agro e inovação

A ação conta com a participação do Instituto Brasileiro de Olivicultura e da Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul.

A proposta é inserir os azeites certificados em ações de relacionamento durante o evento, ampliando a visibilidade do produto em espaços ligados ao ecossistema de inovação e empreendedorismo.

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Selo Premium RS destaca qualidade e origem dos produtos

O Selo Produtos Premium – Origem e Qualidade RS é uma certificação que reconhece alimentos com elevado padrão de qualidade e procedência comprovada.

Durante a Expointer 2025, em sua 48ª edição, foram certificados 28 azeites de oliva extravirgem, pertencentes a 14 marcas gaúchas, consolidando o avanço do setor no Estado.

Evento reúne milhares de participantes e foca em inovação

O South Summit Brazil 2026 será realizado entre os dias 25 e 27 de março, no Cais Mauá, reunindo mais de 20 mil participantes.

Com sete palcos e programação diversificada, o evento terá como tema central “Human by Design”, abordando inovação, tecnologia e desenvolvimento sustentável.

Presença reforça posicionamento do agro gaúcho

A participação dos azeites gaúchos no evento reforça o posicionamento do agronegócio do Estado como fornecedor de produtos de alta qualidade, alinhados às tendências globais de consumo e inovação.

A iniciativa também amplia as oportunidades de conexão entre produtores, empresas e investidores, fortalecendo a inserção do setor em mercados mais exigentes e competitivos.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de café do Brasil devem bater recorde em 2026/27, projeta Eisa

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As exportações brasileiras de café devem atingir um novo recorde na safra 2026/27 (julho a junho), impulsionadas pela expectativa de uma colheita considerada a maior da história do país. A projeção é do diretor comercial da exportadora Eisa, uma das maiores do setor global.

O cenário positivo é sustentado pelo avanço da colheita atual e pela perspectiva de forte disponibilidade de grãos nos próximos meses, o que deve ampliar os embarques e reforçar a posição do Brasil como líder mundial na produção e exportação de café.

Safra recorde deve impulsionar volume exportado

Segundo o diretor comercial da Eisa, Carlos Santana, o país vive um momento de forte otimismo no setor.

“Estamos bastante otimistas. Muito provavelmente o Brasil vai ter a maior safra da história. E isso rapidamente a gente vai começar a ver nos embarques, talvez em julho ou agosto”, afirmou durante o Seminário Internacional do Café, em Santos.

A avaliação é de que o aumento da oferta deve se refletir de forma mais intensa ao longo da safra 2026/27, com potencial de recorde nas exportações brasileiras.

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Colheita avança e já sinaliza safra robusta

O Brasil, maior produtor e exportador global de café, já iniciou a colheita da safra 2026/27, com cerca de 5% da produção colhida até o momento.

O destaque inicial fica para o café canéfora (robusta e conilon), com avanço dos trabalhos principalmente em Rondônia e no Espírito Santo, regiões que tradicionalmente antecipam a colheita em relação ao café arábica.

Estoques globais baixos podem ampliar demanda por café brasileiro

De acordo com o setor exportador, a entrada da nova safra brasileira deve contribuir para a recomposição dos estoques globais, que atualmente se encontram em níveis reduzidos.

Esse movimento tende a favorecer a demanda pelo café brasileiro nos próximos meses, com expectativa de embarques mais fortes especialmente no segundo semestre de 2026.

A combinação entre alta produção, recomposição de estoques e demanda internacional aquecida deve sustentar um cenário positivo para as exportações, com possibilidade de “surpresas positivas” no desempenho do país no mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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