Cuiabá

Vereadora Michelly Alencar destaca importância da Santa Casa e defende fortalecimento da saúde pública em Cuiabá

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Débora Inácio | Assessoria da vereadora Michelly Alencar

Durante a sessão ordinária desta quinta-feira (16), a vereadora Michelly Alencar (União Brasil) utilizou a tribuna para destacar a relevância da Santa Casa de Cuiabá e reforçar a necessidade de garantir a continuidade dos serviços prestados à população.

Em seu pronunciamento, a parlamentar ressaltou o avanço nas tratativas para a aquisição do prédio pelo Estado após a definição do valor em R$ 30 milhões. Afirmou, ainda, que seguirá acompanhando de perto todo o processo.
Michelly enfatizou que a Santa Casa é “um patrimônio histórico e essencial para Cuiabá e para todo o estado de Mato Grosso, sendo responsável, ao longo dos anos, por salvar vidas e transformar a realidade de milhares de pessoas”.
A vereadora também fez um apelo ao governo do estadual para que continue investindo na área da saúde na capital e garantiu que o tema seguirá sendo prioridade em sua atuação parlamentar.
“A aquisição do prédio pelo Governo do Estado está chegando ao fim. Os R$ 30 milhões foram aceitos, agora estamos aguardando somente o Tribunal Regional do Trabalho acatar. Nós vamos acompanhar essa situação para que a Santa Casa, que é um patrimônio de Cuiabá, da nossa população cuiabana e mato-grossense, continue de portas abertas, atendendo a população e fazendo jus à sua história.
Uma história que já salvou muitas vidas, que já trouxe muitas vidas a este mundo, que já mudou a realidade de pessoas que entraram ali desenganadas e conseguiram sair com vida”, discursou.
“ Quero dizer ao governo de Mato Grosso, neste momento, em nome do governador Otaviano Pivetta, que a saúde de Cuiabá precisa do Governo do Estado, precisa de investimento. Investir em saúde é investir no bem mais precioso da nossa sociedade. Aproveito para parabenizar essa ação que nós aguardávamos há muito tempo, que é a compra do prédio da Santa Casa.Parabéns por aquilo que nós esperávamos que o governo fizesse. Olhe com carinho para a saúde em Cuiabá. Olhe com carinho para a nossa população, porque aqui é o centro onde todos vêm buscar uma referência de saúd, e nós precisamos ser essa referência”, concluiu a veredaora.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Prefeitura aplica R$ 37,6 mil em multas e inicia limpeza em condomínio abandonado

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A Prefeitura de Cuiabá deu continuidade, nesta segunda-feira (8), à Operação Escudo Urbano, que interditou preventivamente um condomínio de casas abandonadas localizado na Rua Nossa Senhora de Santana, na região Centro-Sul da capital. A ação integrada envolveu a Secretaria Municipal de Ordem Pública (Sorp), a Defesa Civil, a Vigilância em Saúde Ambiental, a Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), a Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras e a Energisa Mato Grosso.

Durante a fiscalização, foram lavrados autos de infração que somam R$ 37,6 mil em razão das irregularidades encontradas no imóvel. As equipes também iniciaram os serviços de limpeza e remoção de resíduos acumulados no local. Os custos das intervenções serão cobrados dos proprietários do condomínio.

A Energisa Mato Grosso realizou a retirada de cabos e fiações em desuso, além do desligamento de pontos de energia existentes nas edificações, como medida de segurança e para eliminar riscos decorrentes do abandono do empreendimento.

A secretária municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, explicou que a ação foi motivada pelas condições críticas encontradas no condomínio e pelos riscos à saúde pública e à segurança da população. “Trata-se de um imóvel cuja estrutura está bastante comprometida. A Defesa Civil já havia elaborado um laudo anterior condenando a edificação e, agora, com o acesso ao condomínio, constatamos que a situação é ainda mais urgente. Encontramos focos e condições favoráveis à proliferação do mosquito Aedes aegypti, além da presença de morcegos, pombos e escorpiões. Estamos atuando no momento adequado para evitar que o local se transforme em um problema ainda maior para a saúde pública”, afirmou.

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A secretária reforçou que a responsabilidade pela conservação do imóvel é dos proprietários. “Estamos promovendo a limpeza e adotando medidas emergenciais para proteger a população. No entanto, trata-se de uma propriedade privada, e o dever de manutenção é dos proprietários, que serão responsabilizados pelos custos de toda essa operação. Também vamos encaminhar o caso à Procuradoria-Geral do Município para avaliação de medidas judiciais, porque ações pontuais não resolvem definitivamente o problema se não houver manutenção contínua”, acrescentou.

O diretor da Defesa Civil, capitão do CBMMT Marcelo Cerqueira, informou que o primeiro relatório técnico sobre o condomínio foi elaborado em dezembro de 2025. Na ocasião, as equipes não conseguiram acessar o interior do imóvel porque o local estava fechado. “Agora conseguimos entrar e verificamos uma situação preocupante. O condomínio possui 30 imóveis, e vários deles apresentam estruturas avariadas, além de grande acúmulo de lixo. A Limpurb já iniciou uma intervenção para melhorar as condições do ambiente, e vamos concluir o relatório técnico para subsidiar as providências necessárias por parte dos órgãos competentes”, explicou.

A Vigilância em Saúde Ambiental também participou da operação para identificar fatores que favorecem a presença de vetores de doenças e animais sinantrópicos. Segundo o biólogo Jesse Martins, a principal medida recomendada para o local é o manejo ambiental. “O controle químico não é indicado para esse tipo de situação. O mais eficaz é a eliminação dos abrigos e focos que favorecem a permanência desses animais. Encontramos vestígios de morcegos e também algumas larvas, que serão encaminhadas para análise laboratorial e identificação”, informou.

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Durante a vistoria, a Secretaria Municipal de Ordem Pública lavrou dois autos de infração com base na Lei Complementar nº 589/2025. O primeiro, no valor de R$ 10,4 mil, foi aplicado por lote não limpo, existência de criadouros de vetores e abandono do imóvel, com prazo de 30 dias para regularização. Já o segundo auto de infração, no valor de R$ 27,2 mil, foi emitido em razão da existência de criadouros de vetores, abandono do imóvel, risco estrutural grave e utilização do espaço de forma a gerar insegurança pública. Nesse caso, o prazo concedido para regularização é de 90 dias.

Ao longo de 2025, a Secretaria realizou três ações fiscais no local para notificar o responsável pelo imóvel a realizar a limpeza e a manutenção da área. Como as tentativas de contato não tiveram resultado, foi necessária a adoção da interdição preventiva, medida amparada pela Portaria nº 36/2026, publicada na Gazeta Municipal de sexta-feira (5). A norma regulamenta o processo administrativo cautelar de interdição total ou parcial de imóveis urbanos com risco iminente, previsto na Lei Complementar nº 589/2025.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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