Mato Grosso

Vigia Mais MT auxilia na captura de homem com mandado em aberto em Cuiabá

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O programa de videomonitoramento Vigia Mais MT auxiliou, na manhã desta terça-feira (15.7), na captura de um homem com mandado de internação em aberto, em Cuiabá. Esse é o segundo caso registrado em menos de quatro dias com o apoio da tecnologia de vigilância da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp).

A identificação do suspeito ocorreu por meio do sistema de câmeras que compõem a malha de videomonitoramento do Centro Político Administrativo. O veículo Renault Sandero, de cor branca, registrado em nome do procurado, foi flagrado por uma das câmeras da região. Ao verificar os dados, foi constatado que havia um mandado de internação ativo, expedido em 22 de maio de 2025 pela 2ª Vara Cível da Comarca de Braço do Norte (SC).

Com a confirmação, um alerta foi emitido às equipes da Companhia Palácio, que realizaram a abordagem no bairro Morada do Ouro. Após checagem da documentação, o homem foi detido e encaminhado à Delegacia da Polícia Judiciária Civil, onde foram adotadas as providências legais cabíveis.

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Vigia Mais MT

Criado pelo Governo de Mato Grosso, o programa Vigia Mais MT já está presente em 128 municípios e é responsável por integrar câmeras fixas, móveis e Plataformas de Observação Elevada (POEs), utilizadas principalmente em ações preventivas e eventos de grande porte.

As câmeras com tecnologia de reconhecimento facial têm se mostrado fundamentais no reforço à segurança pública. Somente entre abril e julho deste ano, cerca de 60 foragidos da Justiça foram localizados e presos com o auxílio do sistema.

*Sob supervisão de Fabiana Mendes

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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