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VIRADA EM SORRISO

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A nova pesquisa do Instituto Real Dados, um dos mais respeitados e tradicionais de Mato Grosso, aponta uma tendência crescente de vitória para Alei Fernandes na disputa pela prefeitura de Sorriso. Embora os números ainda indiquem um cenário de empate técnico com Leandro Damiani, a proximidade das eleições e o apoio significativo de figuras políticas de peso têm favorecido Alei. O suporte do prefeito Ari Lafin e do governador Mauro Mendes, ambos com aprovação popular superior a 80%, tem sido decisivo para esse crescimento.

A pesquisa, realizada entre os dias 27 e 29 de setembro de 2024, envolveu 400 eleitores e apresenta uma margem de erro de 4,9%, com um nível de confiança de 95%, assegurando a confiabilidade do levantamento, registrado sob o número MT-08644/2024.

Na pesquisa espontânea, Alei Fernandes apareceu com 36% das intenções de voto, enquanto Damiani lidera com 42,75%. No entanto, o grande número de indecisos (10,75%) e o crescente apoio a Alei, impulsionado pela força de seu grupo político, sugerem que a disputa ainda está aberta. A pesquisa estimulada reforça essa tendência, com Alei alcançando 39% dos votos, contra 44,5% de Damiani.

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Um fator que pode estar pesando contra Damiani é sua alta rejeição, que alcança 15,25%. Esse índice elevado provavelmente reflete sua decisão de romper com o grupo político liderado por Ari Lafin, quebrando a promessa de que não se candidataria à prefeitura. Essa “traição” de sua palavra pode estar afastando uma parcela dos eleitores. Por outro lado, Alei Fernandes, além de ter sido vereador, é um empresário respeitado na região, o que o torna uma opção atrativa para aqueles que buscam uma liderança confiável e experiente.

A rejeição a Alei é baixa, de apenas 12%, o que demonstra que sua candidatura está ganhando aceitação entre os eleitores, especialmente com o apoio de nomes populares como Lafin e Mauro Mendes. Com a eleição se aproximando, Alei Fernandes se consolida como um forte concorrente, tendo o apoio de um grupo político poderoso e sua própria trajetória de credibilidade como empresário e ex-vereador em Sorriso.

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Várzea Grande

Hepatites virais: diagnóstico precoce é essencial para combater doenças que podem permanecer silenciosas

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Muitas vezes, as hepatites virais chegam sem avisar. A pessoa pode estar infectada e passar anos sem apresentar qualquer sintoma, enquanto o vírus provoca alterações no fígado. Foi justamente para levar informação e estimular o cuidado com a saúde que a equipe da Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande realizou uma palestra para os hóspedes da Casa de Acolhimento Rogina de Arruda, localizada no bairro Novo Várzea Grande.

O encontro abordou as hepatites virais, com destaque para os tipos B, C e Delta, além de informações sobre sífilis e HIV. A atividade foi realizada a convite da própria instituição, que atende pessoas vindas de outras regiões para consultas e tratamentos de saúde, além de pessoas em situação de rua e em outras condições de vulnerabilidade.

Durante a palestra, o médico da Atenção Básica, Dr. Natanael, explicou como ocorre a transmissão, quais são os principais sinais e sintomas e como é feito o diagnóstico. A equipe também reforçou a importância da prevenção e da realização de testes.

Além do médico Natanael, participaram da atividade a enfermeira Jhaniele, a técnica de enfermagem Raquel, Laura, da Vigilância em Saúde do Trabalhador, a gerente da Vigilância Epidemiológica, Silvana, a enfermeira Maria José e a servidora Rosemeire Fernandes, agente de combate às endemias.

Uma doença que pode passar despercebida

As hepatites virais são infecções que atingem o fígado. Quando apresentam sintomas, eles podem incluir cansaço, febre, mal-estar, náuseas, vômitos, dor abdominal, urina escura, fezes claras e pele e olhos amarelados. Entretanto, principalmente nos casos de hepatites B e C, a ausência de sintomas é comum, o que pode atrasar a descoberta da doença.

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A história do engenheiro florestal André Coutinho mostra como a hepatite C pode ser silenciosa. Diagnosticado com a doença, ele passou por um período de luta até conseguir enfrentar o problema e seguir com o tratamento. André conta que, até hoje, não sabe exatamente onde ocorreu o contágio.

“Comecei a ficar ruim, com todos os sintomas, procurei o pronto atendimento e, nos exames, fui diagnosticado com a hepatite. Fiz o tratamento certinho para não ter complicações severas”, comentou André.

A experiência também reforça uma das principais orientações dos profissionais de saúde: não é preciso esperar o aparecimento de sintomas para procurar atendimento. No caso da hepatite C, aproximadamente 80% das pessoas não apresentam sintomas, e o diagnóstico frequentemente acontece durante exames de rotina ou por meio de testagem.

Diagnóstico

O diagnóstico das hepatites B e C pode começar por meio de testes rápidos disponíveis na rede pública de saúde. No caso da hepatite C, quando o teste aponta contato com o vírus, exames complementares são realizados para confirmar se existe infecção ativa.

A hepatite B pode ser prevenida com vacina, disponível gratuitamente nas unidades de saúde. Já a hepatite C não possui vacina, mas atualmente existe tratamento capaz de curar a infecção.

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A programação também abriu espaço para discutir outras infecções, como sífilis e HIV, ampliando a conversa sobre prevenção, diagnóstico e acesso aos serviços de saúde.

“Sempre somos chamadas pela direção de entidades para ministrarmos palestras orientativas e também para realizarmos exames. Essa participação é ótima para nós, da saúde, para estarmos próximos da população, levar conhecimento e exames. Esse é o nosso papel”, ressaltou a agente de combate às endemias Rosemeire Fernandes.

E o trabalho de orientação não termina na palestra. Como parte da programação voltada à saúde dos homens, a equipe já deixou agendada para novembro uma nova atividade na instituição, desta vez com orientações sobre câncer de próstata e cuidados com a saúde do homem.

Mais do que transmitir informações, ações como essa ajudam a aproximar o serviço de saúde de pessoas que, muitas vezes, enfrentam barreiras para acessar atendimento. Afinal, quando uma doença pode permanecer silenciosa por anos, informação, prevenção e diagnóstico são ferramentas fundamentais para evitar que o problema só seja descoberto quando as complicações já apareceram.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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