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Vitrines tecnológicas destacam inovações e sustentabilidade na produção de arroz e grãos em terras baixas

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Entre os dias 24 e 26 de fevereiro, a Estação Experimental Terras Baixas da Embrapa Clima Temperado, em Capão do Leão (RS), será palco da 36ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas. A programação técnica do evento trará um roteiro voltado à aplicação prática de inovações e manejo sustentável, com destaque para as vitrines tecnológicas — espaços que reúnem mais de 50 empresas e instituições dedicadas à modernização do sistema produtivo arrozeiro.

Demonstrações práticas e foco em soluções para o campo

As vitrines tecnológicas foram estruturadas para apresentar novas práticas de manejo, tecnologias e soluções integradas que atendem não apenas à cultura do arroz, mas também às demais culturas que compõem a rotação produtiva das terras baixas. O objetivo é oferecer ao produtor uma visão sistêmica e prática da lavoura moderna, integrando eficiência, inovação e sustentabilidade.

Segundo André Matos, diretor técnico da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), o foco das demonstrações é refletir as demandas reais do campo.

“Buscamos apresentar soluções que tornem o manejo mais assertivo, tanto no arroz quanto nas culturas alternativas que compõem o sistema produtivo”, explica Matos.

Integração de culturas amplia sustentabilidade e rentabilidade

Além do arroz, o roteiro técnico do evento destaca o papel estratégico de culturas como soja, milho e pastagens de verão, incluindo capim-sudão e sorgo, no fortalecimento da rotação de culturas. Essa diversificação contribui para melhorar a fertilidade do solo, reduzir custos e aumentar a sustentabilidade do sistema produtivo nas áreas de terras baixas.

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Matos reforça que a iniciativa cria um ambiente de integração entre produtores, empresas e instituições de pesquisa, facilitando o acesso a tecnologias aplicáveis ao dia a dia das propriedades.

“O produtor tem a oportunidade de conhecer, em um só espaço, as alternativas e inovações disponíveis para tornar o sistema mais eficiente e competitivo”, afirma o diretor técnico.

Conexão entre campo e mercado orienta a programação

Com o tema “Cenário atual e perspectivas: conectando campo e mercado”, o evento busca aproximar as discussões sobre inovação tecnológica, gestão e tendências de mercado, incentivando o produtor a adotar estratégias mais integradas e sustentáveis.

A 36ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas é uma realização da Federarroz, com correalização da Embrapa e do Senar, e patrocínio premium do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga).

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site oficial: www.colheitadoarroz.com.br.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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MMA aprova nova regra para registro de resultados de REDD+ no Brasil

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O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), por meio da Comissão Nacional para REDD+ (CONAREDD+), aprovou uma resolução que define os procedimentos para o registro, na contabilidade nacional, de pagamentos por resultados de Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal (REDD+) para entidades elegíveis. A decisão foi tomada durante a 7ª Reunião Ordinária da CONAREDD+, realizada na última terça-feira (26/5). 

A definição inclui situações específicas em que os resultados do Brasil de REDD+ não tenham sido positivos ou mesmo submetidos à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (UNFCCC, na sigla em inglês).  

O mecanismo de REDD+ prevê acesso a financiamento para estados e outras entidades que reduzirem desmatamento e emissões de gases do efeito estufa, mesmo quando o cenário nacional não estiver favorável. 

Na prática, com a resolução aprovada, cria-se uma flexibilidade contábil para registro de pagamentos por REDD+, permitindo que estados e programas jurisdicionais aproveitem resultados já reconhecidos anteriormente, mesmo em cenários de desempenho nacional desfavorávelNo entanto, é necessário respeitar os limites de pagamento definidos pela CONAREDD+ e as regras de contabilidade climática internacional. 

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O texto também estabelece que, no caso de programas jurisdicionais de REDD+ com abordagem de mercado, somente poderão ser utilizados limites de captação recebidos a partir de 2013. A resolução passa a valer a partir da data de sua publicação, o que deve acontecer nas próximas semanas. 

Grupos de Trabalho 

Durante a reunião, o colegiado também aprovou a proposta de resolução que prorroga por mais dois anos a vigência dos três Grupos de Trabalho Técnico da CONAREDD+: sobre Salvaguardas, sobre Repartição de Benefícios, e sobre Mensuração, Relato e Verificação. Os membros também analisaram as propostas de atualização do Regimento Interno da CONAREDD+ 

“Para nósé uma satisfação poder fazer parte e coordenar esse espaço de diálogo e construção coletiva em torno de REDD+ em um momento muito importante para essa agenda no Brasil”, salientou o secretário nacional de Mudança do Clima do MMA e presidente da CONAREDD+, Aloísio de Melo. 

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Próximos passos  

A reunião também contou com informes sobre a atualização da Estratégia Nacional para REDD+ (ENREDD+). A SecretariaExecutiva da CONAREDD+ anunciou a conclusão do processo de contratação da consultoria responsável pela revisão da estratégia nacional, conduzida por um consórcio formado pelas organizações WWF e Laclima (Latin American Climate Lawyers Initiative For Mobilizing Action).  

Além disso, foram apresentados avanços relacionados ao Sistema de Informações sobre Salvaguardas (SISREDD), incluindo a elaboração de novos indicadores e a preparação do terceiro Sumário de Salvaguardas do Brasil, previsto para ser submetido ainda em 2026. 

Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
imprensa@mma.gov.br

(61) 2028-1227/1051
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Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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