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VLI alcança recordes históricos em outubro com forte crescimento nas ferrovias e portos

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VLI tem o melhor outubro da história com avanço nas operações logísticas

A VLI, empresa de soluções logísticas que integra operações de ferrovias, portos e terminais, registrou em outubro de 2025 o melhor desempenho mensal de seus 15 anos de atuação. De acordo com a companhia, o resultado é reflexo da eficiência operacional e da integração entre os diferentes modais.

No período, a VLI transportou 4,05 bilhões de TKU (toneladas por quilômetro útil) em suas ferrovias e movimentou 4,04 milhões de toneladas nos portos em que atua. O destaque ficou por conta dos Corredores Norte e Sudeste, que lideraram o crescimento em volume movimentado.

Corredor Norte atinge recorde histórico de movimentação

O Corredor Norte alcançou 1,45 bilhão de TKU em outubro, consolidando o melhor resultado mensal já registrado pela empresa na região. Além disso, o acumulado dos últimos 12 meses atingiu o recorde de 14,9 bilhões de TKU, o maior volume desde o início das operações da VLI.

Esse corredor logístico é responsável pela movimentação de cargas pelo tramo norte da Ferrovia Norte-Sul — administrado pela VLI — e pela Estrada de Ferro Carajás, por meio de direito de passagem. As cargas seguem em fluxo de exportação e importação pelo Terminal Portuário São Luís (MA), um dos principais pontos de escoamento de grãos, minérios e produtos industriais da região.

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Corredor Sudeste também registra desempenho recorde

O Corredor Sudeste repetiu o bom desempenho e teve o melhor outubro da história da companhia, com 1,43 milhão de toneladas transportadas em ferrovia. A operação atende principalmente cargas originadas nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Goiás, utilizando a Ferrovia Centro-Atlântica (FCA).

No mesmo corredor, o Terminal Integrador Portuário Luiz Antonio Mesquita (Tiplam), localizado em Santos (SP), também bateu recorde mensal, com 1,2 milhão de toneladas movimentadas em outubro. O Tiplam é considerado um dos mais importantes elos logísticos do país, conectando o agronegócio e a indústria ao comércio exterior.

Eficiência operacional e foco em segurança impulsionam resultados

Segundo Fabrício Rezende, diretor-executivo de Operações da VLI, o resultado expressivo reflete o comprometimento da empresa com a segurança, eficiência e qualidade operacional.

“As marcas que atingimos são reflexo do nosso compromisso inegociável com a segurança e foco na excelência operacional. As performances históricas atestam nossa capacidade de atender clientes de diversos segmentos estratégicos da economia brasileira. Continuamos a atuar como um importante pilar para o escoamento de carga geral, contribuindo com a produtividade e a competitividade da logística do Brasil”, destacou o executivo.

Resultados reforçam papel estratégico da VLI na logística nacional

Com o desempenho recorde em outubro, a VLI consolida sua posição como uma das principais operadoras logísticas integradas do Brasil, ampliando sua contribuição para o escoamento eficiente de cargas e o fortalecimento da competitividade do transporte ferroviário e portuário no país.

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O avanço operacional da companhia demonstra o impacto positivo da integração entre modais e o investimento contínuo em infraestrutura, tecnologia e sustentabilidade logística.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Pesca industrial em debate no Pará

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O ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, cumpriu nesta quarta-feira (23), em Belém (PA), agenda com representantes da Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA) para discutir propostas voltadas à sustentabilidade e ao fortalecimento da pesca industrial no estado. O encontro também tratou de medidas para ampliar as exportações brasileiras de pescado, abrir novos mercados e apoiar empresas do setor. 

Durante a reunião, a direção da FIEPA apresentou propostas de ações para a sustentabilidade da pesca industrial paraense. O ministro destacou que o Pará tem papel estratégico na cadeia nacional e reforçou a necessidade de ampliar as oportunidades para o pescado brasileiro no mercado internacional. “Estamos tratando aqui também das exportações. Isso fica muito claro com a política do Brasil Soberano: o Brasil não pode ficar refém de país nenhum. Por isso nós estamos trabalhando em ampliar nossas exportações e diversificar os caminhos do nosso pescado”, afirmou Edipo. 

O ministro também destacou que o Plano Brasil Soberano III inclui a cadeia do pescado e prevê medidas de apoio a empresas exportadoras impactadas pelo cenário econômico internacional. Segundo Edipo, são mais de R$ 18,5 bilhões disponíveis para o público alcançado pela iniciativa. “Quero chamar todas as empresas que foram impactadas a procurar as instituições financeiras e o BNDES para que possam realmente alcançar esse recurso e salvaguardar as empresas exportadoras de pescados”, disse. 

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Na agenda com o setor produtivo, também foram discutidas estratégias para ampliar a presença do pescado brasileiro no exterior, com destaque para a abertura de mercados na Europa e no Reino Unido e o fortalecimento das relações comerciais com países da América do Sul, como Peru, Colômbia e Argentina. “Temos uma missão e um compromisso de ampliar o consumo de pescado interno, mas também ampliar as nossas exportações”, ressaltou o ministro. 

Crédito para pescadores e aquicultores 

Outro tema tratado foi o acesso ao crédito por pescadores e aquicultores, por meio do Pronaf Azul, iniciativa que reúne linhas específicas para o público das águas, incluindo Pronaf B, Pronaf Mais Alimentos e Pronaf Custeio. Edipo reforçou a importância de que os projetos sejam acompanhados por profissionais de assistência técnica e extensão rural, para que pescadores e aquicultores possam acessar as melhores condições de financiamento e evitar o endividamento. 

O Pará tem uma das maiores concentrações de trabalhadores ligados à atividade pesqueira do país. Dados do Painel Unificado do Registro Geral de Atividade Pesqueira (RPG) apontam mais de 454 mil pescadores registrados no estado, além de 1.352 aquicultores, evidenciando a dimensão social e econômica da cadeia da pesca e da aquicultura paraense. 

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Apoio às populações das águas 

A agenda também abordou medidas de apoio às populações que vivem da pesca diante dos impactos provocados por eventos climáticos e alterações nas condições dos rios. O ministro destacou que o Governo Federal trabalha na construção de políticas para reduzir os danos e garantir segurança alimentar e recursos às comunidades afetadas. 

“Os rios não são apenas o local de trabalho, mas também as ruas dessa população. Então a gente precisa garantir que chegue alimento, chegue água potável, mas também que nós possamos construir uma política para salvaguardar e colocar recursos financeiros na mão e no bolso dessa população”, afirmou. Entre as medidas em discussão estão a possibilidade de criação de auxílio extraordinário e a antecipação do seguro-defeso, além da articulação para garantir a distribuição de cestas básicas às populações afetadas. 

A agenda em Belém integra a programação do ministro Edipo Araujo no Norte do país. Após os compromissos no Pará, o ministro segue para Manaus (AM), onde cumpre agenda voltada ao fortalecimento das políticas públicas para a pesca e a aquicultura na região. 

Élen Gorski
Ministério da Pesca e Aquicultura
[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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