Tribunal de Justiça de MT

Você sabe o que é Segunda Instância? O TJMT te explica

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) lançou mais um episódio da série “Linguagem Simples”, iniciativa que busca aproximar o cidadão do universo jurídico por meio de uma comunicação clara e acessível. No vídeo, apresentado pela assistente virtual Ju, o tema abordado foi a Segunda Instância, explicada de forma didática e sem “juridiquês”.

No Brasil, a Justiça é organizada em instâncias. A primeira é onde o processo começa, com o juiz analisando provas e decidindo o caso. Já a Segunda Instância, formada pelos tribunais estaduais, como o Tribunal de Justiça de Mato Grosso, revisa as decisões quando há recurso.

O vídeo detalha que a Segunda Instância não inicia um novo processo, mas revisa decisões da primeira instância. Nessa análise, os desembargadores podem confirmar, modificar ou até anular a sentença, dependendo das provas e argumentos apresentados. É como uma nova chance para o processo ser avaliado e, eventualmente, revisado.

Assista ao vídeo na íntegra:

https://www.youtube.com/watch?v=6N2By51kBD4

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https://www.instagram.com/reel/DPJuE2ngbFa/?igsh=MTc2aTY2cjJlYm0xOA

Democratização da Justiça

O episódio integra um conjunto de ações inovadoras do TJMT, por meio do Laboratório de Inovação (InovaJusMT), que desde 2022 adota práticas pioneiras de linguagem simples e comunicação acessível. A iniciativa, inclusive, antecedeu o Pacto Nacional do Judiciário pela Linguagem Simples, instituído pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em 2023.

Entre as medidas implementadas pelo TJMT estão o guia Entenda a Sua Audiência, o Manual da Linguagem Simples, o Glossário de Termos Jurídicos, ações de Direito Visual, além de capacitações que já formaram centenas de magistrados e servidores em técnicas de comunicação clara.

Esse trabalho foi reconhecido nacionalmente com o Selo Linguagem Simples 2024, concedido pelo CNJ ao TJMT como forma de destacar tribunais que se tornam referência nessa prática.

Por que simplificar a linguagem é essencial?

De acordo com o CNJ, o uso de uma comunicação mais acessível traz impactos concretos:

Acessibilidade: permite que todos compreendam os termos jurídicos, independentemente da formação;

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Segurança jurídica: garante entendimento claro de decisões e atos processuais;

Redução de desigualdades: amplia o acesso equitativo à Justiça;

Eficiência: torna a prestação de serviços da Justiça mais direta e orientada ao cidadão.

Autor: Vitória Maria Sena

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Tribunal de Justiça de MT

Judiciário e UFR unem forças em evento para combater a violência nas escolas

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Arte do evento No próximo dia 18 de junho, das 18h30 às 22h, o Anfiteatro da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) será o ponto de encontro de uma cooperação estratégica para o cenário educacional e jurídico regional. O evento “Diálogos Acadêmicos – Educação Jurídica no Ensino Fundamental e Médio como Instrumento de Prevenção e Enfrentamento da Violência nas Escolas” vai reunir representantes do Judiciário, do curso de Direito da UFR, magistrados(as) do Grupo de Estudos da Magistratura do Estado (Gemam), de órgãos públicos e da sociedade civil para propor soluções imediatas e de impacto real contra a violência nas salas de aula.

Clique neste link para efetuar sua inscrição.

A iniciativa tem como objetivo central identificar, analisar e enfrentar problemas sociais concretos relacionados à violação de direitos na região sul de Mato Grosso, por meio da criação de um espaço qualificado de diálogo institucional e construção de soluções jurídicas efetivas. O encontro adotará a metodologia de Problem-Based Learning (Aprendizagem Baseada em Problemas) para estruturar um ambiente de debate resolutivo. Nessa dinâmica, a sociedade civil apresenta as demandas reais das escolas, a magistratura delimita as balizas e os marcos normativos, e a universidade atua propondo soluções práticas construídas por meio do ensino, da pesquisa e da extensão.

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O evento contará com a participação de diversas autoridades, como o desembargador Márcio Vidal (diretor-geral da Esmagis-MT); a coordenadora do Gemam, juíza Alethea Assunção Santos; a responsável pela fundamentação constitucional do evento, juíza Aline Luciane Ribeiro Viana Quinto Bissoni; a reitora da UFR, Analy Castilho Polizel de Souza; Prof. Dr. Anderson Nogueira Oliveira (coordenador de Direito da UFR) e Sophia Baptistella (presidente da LegalTech Jr. e idealizadora do projeto de Lei).


Episódios de violência e déficit de confiança

Para esta edição, os debates serão balizados por dados científicos preocupantes obtidos em uma pesquisa de campo realizada com 724 estudantes de Rondonópolis. O diagnóstico revelou não apenas a recorrência de episódios de violência, como bullying e cyberbullying, mas também um grave déficit de confiança dos alunos em relação aos canais tradicionais de denúncia, como familiares, professores e órgãos públicos.

Na oportunidade, o Curso de Direito da UFR apresentará, durante a programação, o aplicativo Alertia, desenvolvido por docentes e discentes como desdobramento do projeto de extensão “Noções de Direito nas Escolas” — iniciativa que já havia impactado mais de mil estudantes e que inspirou a criação da Lei Municipal nº 14.301/2025.

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O dispositivo funcionará como uma plataforma segura de recepção de denúncias escolares, permitindo a coleta estruturada de informações, a produção de elementos probatórios, o encaminhamento rápido às autoridades competentes e a viabilização de mecanismos de mediação extrajudicial de conflitos dentro das próprias unidades de ensino.

O evento tem capacidade para 200 pessoas.

Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576.

Autor: Lígia Saito

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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