Educação

Webinário debaterá políticas prioritárias do MEC no Novo PAR

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O Ministério da Educação (MEC) realizará, na segunda-feira, 10 de novembro, um webinário para debater as políticas prioritárias da educação básica no Novo Plano de Ações Estratégicas (Novo PAR). O evento será transmitido pelo canal do MEC no YouTube, às 10h (horário de Brasília).  

O encontro abordará as seguintes políticas: Compromisso Nacional Criança AlfabetizadaEstratégia Nacional de Escolas Conectadas (Enec); e Programa Escola em Tempo Integral. Estarão presentes no evento o coordenador-geral de Apoio às Redes de Educação Básica, João Cesar da Fonseca Neto; a coordenadora-geral de Tecnologia e Inovação na Educação Básica, Ana Ungari Dal Fabbro; a coordenadora-geral de Educação Integral em Tempo Integral, Raquel Franzim;  e o coordenador-geral de Alfabetização, João Paulo Mendes Lima. 

No encontro, os coordenadores discutirão como essas políticas estão presentes nas etapas de diagnóstico e planejamento do Novo PAR e como as redes de articuladores podem apoiar a construção do planejamento dos estados e municípios. 

Novo PAR – O Novo PAR é um instrumento de diagnóstico, planejamento e gestão das redes de ensino da educação básica e de assistência técnica e financeira do MEC aos estados, aos municípios e ao Distrito Federal, com foco na melhoria da qualidade da educação. Além disso, também tem como objetivo aprimorar a qualidade do investimento público em educação e promover a equidade e a inclusão. 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB) 

Fonte: Ministério da Educação

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Educação

MEC homologa diretrizes para ensino de arte na educação básica

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O ministro da Educação, Leonardo Barchini, homologou, nesta segunda-feira, 17 de agosto, as diretrizes para o ensino e o aprendizado da arte na educação básica. Produzida pela Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação (CNE), a norma complementa a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), orienta os sistemas de ensino e as escolas e reforça a importância da arte na formação integral dos estudantes brasileiros. O documento trata a arte como campo de conhecimento e destaca que o ensino deve ser organizado em quatro componentes: artes visuais, dança, música e teatro. Evento ocorreu na sede do Ministério da Educação (MEC), em Brasília (DF), e contou com a presença da ministra da Cultura, Margareth Menezes, e do presidente do CNE, Cesar Callegari. 

Ao garantir que as escolas ensinem sobre conteúdos, métodos, processos de criação, referências culturais e formas próprias de produzir conhecimento, as diretrizes buscam combater a noção de que a arte é uma atividade secundária, recreativa ou destinada apenas a complementar festas e datas comemorativas. Além disso, em um mundo cada vez mais dominado por tecnologias e pela instantaneidade, o Parecer CNE/CEB nº 2, aprovado em 19 de março de 2026, estabelece a arte como campo essencial à formação humana, capaz de promover a criatividade, o pensamento crítico e o diálogo com outras áreas. Entre as novas diretrizes estão: 

  • Arte como prática integradora – Deve ser vista como prática educativa com potencial para integrar experiências dentro e fora do ambiente escolar. 
  • Processos criativos e reflexivos – O ensino envolve criação, experimentação, apreciação e reflexão crítica, além da técnica e da reprodução. 
  • Contextualização e análise crítica – Analisar obras em seus contextos históricos, sociais e culturais amplia o repertório cultural dos estudantes. 
  • Desenvolvimento integral do estudante – O ensino de arte favorece o desenvolvimento cognitivo, afetivo, social, cultural e estético dos estudantes. 
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Caberá às redes de educação definirem uma carga horária equilibrada e coerente para cada componente curricular de arte, com a implementação de dois por ano, evitando sobreposições e garantindo a continuidade da aprendizagem. Além disso, as escolas também deverão avaliar as condições físicas e pedagógicas para ofertar os componentes; elaborar planos com metas progressivas para melhorar espaços, materiais e recursos; integrar o espaço escolar com equipamentos culturais e artísticos locais; e fomentar parcerias com a comunidade para enriquecer a educação. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do CNE 

Fonte: Ministério da Educação

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