Mato Grosso

Zona Eleitoral de Poconé amplia horário de atendimento para aumentar coleta biométrica

Publicado

A 4ª Zona Eleitoral de Poconé ampliará o horário de funcionamento durante o mês de outubro de 2025, passando a atender das 7h30 às 17h30, sem interrupção para almoço. A medida foi solicitada pela juíza DA 4ª Zona Eleitoral, Kátia Rodrigues Oliveira, ao Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), que recebeu autorização da Presidência. 

  

O objetivo é intensificar os esforços da campanha Biometria 100%, em atendimento às recomendações da Corregedoria Regional Eleitoral. Atualmente, 95,80% do eleitorado de Poconé já realizou o cadastro biométrico, restando 550 eleitores para alcançar a meta de 98% de cobertura. 

  

A juíza Kátia Rodrigues destacou que a ampliação é uma medida excepcional e temporária, planejada para ocorrer durante o mês de outubro. O atendimento estendido será realizado por meio de escala entre os servidores da unidade, sem necessidade de pagamento de horas extras. 

  

Segundo a magistrada, a iniciativa reforça o compromisso da Justiça Eleitoral com a cidadania e busca garantir que nenhum eleitor ou eleitora do município fique de fora do processo democrático por falta de tempo para regularizar sua situação. Ela ainda sinalizou que, caso a medida se mostre efetiva, a proposta de ampliação poderá ser estendida também ao mês de novembro deste ano. 

Leia mais:  "Hospital Metropolitano pensa nas necessidades reais da população", afirma paciente de Colíder

 

Jornalista: Andréa Martins 

 

#PraTodosVerem: A imagem mostra a fachada de um prédio identificado como Cartório da 04ª Zona Eleitoral. A construção tem paredes de tijolos aparentes, janelas com grades e molduras brancas, além de um jardim com plantas e flores na frente. Há também um cartaz afixado próximo à entrada principal. 

Fonte: TRE – MT

Comentários Facebook
publicidade

Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Publicado

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia mais:  Sema realiza soltura de nove animais após processo de reabilitação

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia mais:  "Hospital Metropolitano pensa nas necessidades reais da população", afirma paciente de Colíder

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana