Mato Grosso

12 câmeras do Vigia Mais MT são instaladas em comunidade rural em Nova Mutum

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Parceria entre Secretaria de Segurança Pública (Sesp) e proprietários rurais tornou o Pontal do Marape, em Nova Mutum (298 km de Cuiabá), o primeiro assentamento 100% monitorado de Mato Grosso, com o programa Vigia Mais MT, beneficiando mais de 1,5 mil moradores.

Foram disponibilizadas pela Sesp aos moradores 12 câmeras, sendo 11 fixas com imagem em alta resolução e gravação noturna, além de uma Speed Dome que possui zoom de até 2,5km, rotação de 360 graus, além de infravermelho para gravação noturna.

O secretário adjunto de Integração Operacional (Saiop), coronel PM Fernando Augustinho, destacou a importância da iniciativa da sociedade em expandir o alcance das câmeras de monitoramento do programa Vigia Mais MT e poder levar mais segurança em todo canto de Mato Grosso.

“O Vigia Mais MT é um programa criado justamente para que o Estado e a população unam forças contra a criminalidade, o Governo cede as câmeras e espaço na nuvem para armazenamento das imagens e a população, iniciativa privada ou instituições entram com o serviço de instalação e manutenção, fortalecendo a segurança e combatendo a criminalidade junto com o Estado”, reforçou.

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A instalação das câmeras foi possível a partir da iniciativa da população e da Federação do Conselhos de Segurança (Feconseg-MT) com apoio do Conselho Comunitário de Segurança Pública de Barra do Garças e da Coordenadoria de Polícia Comunitária, da Secretaria de Segurança Pública.

Até o momento, 95 associações e sindicatos já aderiram ao programa Vigia Mais MT, juntamente com 129 municípios, cinco secretárias e uma autarquia. Já foram distribuídas quase 20 mil câmeras e 18,6 mil estão em operação.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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