Saúde

500 Ultrassons Portáteis fortalecem atendimento nas Unidades Básicas de Saúde

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O Ministério da Saúde recebeu nesta quarta, 2/9, representantes da Alfa Med Sistemas Médicos e da MVI Médica para registrar ata de preços para aquisição futura de ultrassons portáteis de bolso. A ata prevê aquisição de 500 unidades com investimento total de R$ 12,58 milhões para ações da Agência Brasileira de Apoio à Gestão do Sistema Único de Saúde (AgSUS) em Unidades Básicas de Saúde (UBS).

“Esse aparelho cabe até no bolso do médico, da enfermeira, que consegue fazer todos os exames fundamentais de ultrassom, desde ver a situação do bebê dentro da barriga da mãe, ver problema de vesícula, fazer ultrassom abdominal, ver como é que está a situação das veias, ver problemas de gânglios, de cistos, de abscessos. E isso lá na própria UBS. Ou seja, aquilo que às vezes a pessoa é encaminhada para fazer um agendamento em um hospital, um centro laboratorial, vai poder ser resolvido na própria Unidade Básica de Saúde”, afirmou o ministro Alexandre Padilha.

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“Esse é um reforço importante das ações do Ministério da Saúde junto com os municípios, para chegar às equipes do Programa Mais Médicos, que hoje são 27 mil médicos espalhados por todo o país, e para o fortalecimento da Atenção Primária em Saúde“, completou Padilha.

Os estados beneficiados são Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Ceará, São Paulo, Bahia, Pernambuco, Paraíba, Alagoas, Rio Grande do Norte, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Distrito Federal.

Com os aparelhos, o atendimento da população pelo SUS ganha velocidade e qualidade, uma vez que a praticidade dos equipamentos portáteis e resultados instantâneos reduzem tempo de espera.

Os ultrassons de bolso são utilizados para exames abdominais, obstétricos e pré-natais; avaliações renais e apoio a bloqueios; identificação de lesões e sangramentos internos; avaliação de derrame pleural e lesões musculares, apoio a punções e procedimentos guiados por imagem e tem aplicações em adultos e crianças, inclusive em contextos externos.

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As 500 unidades de ultrassons serão entregues entre 60 e 150 dias, em três etapas, a partir da data de assinatura do contrato. Cada UBS terá 15 dias para realizar a verificação técnica do equipamento e emissão do termo recebimento definitivo antes do pagamento. 

Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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Saúde

Denasus identifica irregularidades e abre auditoria em Pronto Socorro Municipal de Ananindeua, no Pará

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O Departamento Nacional de Auditoria do SUS (Denasus), órgão do Ministério da Saúde, identificou irregularidades nas condições de funcionamento de unidades de saúde de Ananindeua, na Região Metropolitana de Belém, no Pará.

As constatações vão desde a ausência de insumos básicos de higienização até a manutenção de leitos de UTI ociosos enquanto pacientes graves aguardavam vaga há mais de um mês em macas de pronto atendimento. Como resultado, o Denasus deflagrou uma auditoria, com caráter de conformidade, operacional e financeira, para aprofundar a apuração.

A inspeção, realizada no dia 5 de agosto, buscou verificar diretamente as condições de infraestrutura, biossegurança, controle de infecção, fluxo de atendimento e regulação de pacientes críticos no Hospital Municipal de Ananindeua e na Unidade de Pronto Atendimento 24h Icuí Daniel Berg, que integram a rede pública da cidade.

Segundo o relatório, há leitos de UTI prontos, mas ociosos, apesar de pacientes aguardarem internação. No Pronto Socorro, a estrutura física foi considerada insuficiente. Também foi identificada carência de insumos como sabonete e álcool 70%.

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Providências imediatas

As conclusões foram encaminhadas à Secretaria Municipal de Saúde de Ananindeua no dia 31 de agosto. Além de instaurar a auditoria, o Denasus pediu à Secretaria e às direções técnicas das unidades avaliadas a adoção imediata de providências para corrigir os problemas de infraestrutura, abastecimento de insumos e fluxo de regulação.

A auditoria terá foco em três frentes: a apuração do uso dos recursos federais repassados diante da ociosidade constatada; uma investigação sobre a governança da regulação municipal de leitos; e a verificação de responsabilidade por divergências entre o que está declarado no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde e o que foi encontrado.

Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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