Mato Grosso

Policiais civis e militares detêm 5 pessoas com drogas e arma de fogo em Cáceres

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Cinco pessoas, incluindo uma mulher e um adolescente, foram presas pela Polícia Civil e Polícia Militar nesta segunda-feira (24), em Cáceres (225 km a oeste de Cuiabá), durante diligências para apurar uma tentativa de homicídio.

A ação integrada resultou na apreensão de drogas, uma arma de fogo, munições e um veículo. Os suspeitos foram autuados em flagrante por tráfico de drogas e posse ou porte ilegal de arma de fogo de uso restrito e proibido. O menor de 15 anos responderá por ato infracional análogo aos mesmos crimes.
Ainda segundo a investigação, dois dos presos participaram diretamente da tentativa de homicídio registrada na tarde de sábado (22). Logo após o ocorrido, policiais civis da 1ª Delegacia de Polícia, em conjunto com a Polícia Militar, começaram as diligências para identificar os autores do crime.
Durante as diligências, as equipes foram até o bairro Rodeio. Ao se aproximarem de uma residência onde os suspeitos possivelmente estavam, avistaram o proprietário fugindo do local. Em seguida, dois adultos e um menor saíram da casa.
Nas buscas dentro do imóvel, foram encontrados uma porção média de maconha e vários objetos sem comprovação fiscal. Os três abordados confessaram a participação na tentativa de homicídio e levaram os policiais a outro endereço.
Nesse segundo local, foram encontradas várias munições de calibre .38, mais porções de maconha e pasta base de cocaína, uma balança de precisão, além da arma de fogo e da motocicleta usadas na tentativa de homicídio.
Em seguida, o proprietário da primeira casa foi localizado e preso. Ele estava na companhia de uma mulher, também suspeita de participar dos crimes.
Todos os quatro homens, a mulher e o adolescente foram encaminhados à 1ª Delegacia de Cáceres para esclarecimentos.
Os conduzidos foram interrogados e autuados em flagrante delito e ato infracional, respectivamente. Após a confecção dos autos, os presos e o adolescente apreendido foram colocados à disposição do Poder Judiciário.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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