Cuiabá

Cuiabá inicia nesta quinta-feira (04) ampliação das cirurgias eletivas com recursos de emendas parlamentares

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A Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá inicia, nesta quinta-feira (4), a ampliação das cirurgias eletivas no Hospital Pronto Socorro Municipal de Cuiabá – HPSMC, mais conhecido como antigo Pronto Socorro. A iniciativa conta com recursos provenientes de emendas parlamentares dos vereadores da capital, totalizando cerca de 30 milhões de reais.

O objetivo do projeto é realizar cirurgias de baixa e média complexidade em diversas especialidades, somando um total de 27 procedimentos diferentes. Entre os procedimentos oferecidos estão cirurgias de retirada de vesícula, cirurgias de hérnia, vasectomia e tratamento cirúrgico de varizes.

“A ampliação da realização das cirurgias eletivas é um marco significativo para a saúde pública de Cuiabá. Com os recursos provenientes de emendas parlamentares, conseguimos viabilizar este projeto que irá beneficiar milhares de cidadãos que aguardam na fila de espera por procedimentos essenciais. A intenção é proporcionar um atendimento mais ágil e eficaz, reduzindo o tempo de espera e melhorando a qualidade de vida dos nossos pacientes. Esta iniciativa não apenas alivia a pressão sobre o sistema de saúde, mas também representa um compromisso contínuo da gestão Emanuel Pinheiro com a melhoria dos serviços prestados à população”, disse o secretário municipal de Saúde, Deiver Teixeira.

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O HPSMC dispõe de cinco salas cirúrgicas, sendo quatro dedicadas exclusivamente aos procedimentos eletivos e uma reservada para emergências. Com essa estrutura, estima-se a realização de 45 cirurgias diárias, de segunda a sábado, totalizando cerca de 1.080 por mês, com potencial para alcançar até 1.200 cirurgias mensais.

O agendamento das cirurgias será feito pela Central de Regulação, com base na fila de espera do sistema SISREG. A meta da SMS é realizar pelo menos 7 mil cirurgias até o final do ano, contribuindo significativamente para a redução da fila de espera.

Serão realizados os seguintes procedimentos:

– Colecistectomia

– Colecistectomia videolaparoscópica

– Esfincterotomia interna e tratamento de fissura anal

– Esplenectomia

– Excisão de lesão/tumor anorretal

– Fechamento de enterostomia (qualquer segmento)

– Fistulectomia/fistulotomia anal

– Hemorroidectomia

– Hernioplastia epigástrica

– Hernioplastia incisional

– Hernioplastia inguinal (bilateral)

– Hernioplastia inguinal/crural (unilateral)

– Hernioplastia recidivante

– Hernioplastia umbilical

– Reparação de outras hérnias

– Retossigmoidectomia abdomino-perineal

– Tratamento cirúrgico de prolapso anal

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– Tratamento cirúrgico de refluxo gastroesofágico

– Gastrostomia

– Histerectomia total

– Laqueadura tubária

– Orquidopexia unilateral

– Tratamento cirúrgico de hidrocele

– Tratamento cirúrgico de varicocele

– Vasectomia

– Tratamento cirúrgico de varizes (bilateral)

– Tratamento cirúrgico de varizes (unilateral)

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Plenário vota moções contrárias à indicação de Jorge Messias ao STF

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Antoniel Pontes | Assessoria do vereador Ranalli 
Com 11 votos favoráveis, a Câmara Municipal de Cuiabá aprovou, na sessão desta quinta-feira (23), duas moções de repúdio contra a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal. As propostas foram apresentadas pelos vereadores Rafael Ranalli (PL) e Dilemário Alencar (União Brasil), levando ao plenário a discussão sobre a escolha para a mais alta Corte do país.
As manifestações fazem oposição direta à nomeação, sob o argumento de que a trajetória do indicado estaria fortemente vinculada a governos petistas, o que, segundo os parlamentares, levanta dúvidas sobre a independência necessária para o exercício do cargo.
Na justificativa, Ranalli destaca que a indicação gera “profunda preocupação” e menciona o episódio conhecido nacionalmente como “Bessias”, ocorrido em 2016, durante o governo Dilma Rousseff. À época, o nome de Messias apareceu em diálogos relacionados ao envio de um termo de posse do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em meio às investigações da Operação Lava Jato, fato que teve grande repercussão pública.
As moções também apontam críticas à atuação do indicado à frente da Advocacia-Geral da União, citando questionamentos sobre a condução de pautas jurídicas e suposta omissão em casos sensíveis, como descontos indevidos em benefícios do INSS.
Outro ponto levantado nos documentos é o perfil considerado político do indicado, com a alegação de que não haveria demonstração suficiente de independência e solidez técnica exigidas para um ministro do Supremo Tribunal Federal.
Ao final, Ranalli sustenta que o STF deve ser composto por nomes com reputação ilibada, equilíbrio institucional e compromisso absoluto com a Constituição Federal, posição reforçada com a aprovação das moções em plenário.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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